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	<title>Santuário São Judas Tadeu</title>
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		<title>ARTIGO: A palavra do Papa é sempre a do Pastor</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 10:43:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mesmo quando fala de paz e de guerra, de acolhimento aos migrantes ou de como permanecer humano na era da inteligência artificial, o Sucessor de Pedro é e continua sendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Mesmo quando fala de paz e de guerra, de acolhimento aos migrantes ou de como permanecer humano na era da inteligência artificial, o Sucessor de Pedro é e continua sendo sempre um líder espiritual. O fato de o Bispo de Roma, em virtude dos Pactos Lateranenses de 1929 que resolveram a “Questão Romana”, ser também soberano do menor Estado do mundo – menos de meio quilômetro quadrado no coração da capital italiana – não significa, de fato, que ele aja ou se expresse como político quando aborda temas que dizem respeito aos acontecimentos da nossa humanidade.</h3>
<h3 style="text-align: justify;">Paulo VI explicou isso muito bem, ao discursar em 4 de outubro de 1965 na Assembleia Geral das Nações Unidas: “Este encontro, como todos vós compreendeis — disse o Papa Montini —, marca um momento simples e grandioso. Simples, porque tendes diante de vós um homem como vós; ele é vosso irmão e, entre vós, representantes de Estados soberanos, um dos menores, revestido também ele — se assim preferirdes nos considerar — de uma soberania temporal minúscula, quase simbólica, a quanto lhe basta para ser livre para exercer sua missão espiritual e para garantir a quem quer que trate com ele que é independente de qualquer soberania deste mundo”. O Papa, em visita aos Estados Unidos, acrescentou logo em seguida, falando de si mesmo: “Ele não possui nenhum poder temporal, nem qualquer ambição de competir convosco; de fato, não temos nada a pedir, nenhuma questão a levantar; se há algum desejo a expressar e uma permissão a solicitar, é o de poder servir-vos naquilo que Nos é dado fazer, com desprendimento, humildade e amor”.</h3>
<h3 style="text-align: justify;">É verdade que, para garantir a liberdade absoluta do Vigário de Cristo, há quase cem anos foi estabelecido que houvesse um minúsculo pedaço de terra onde o Bispo de Roma e Pastor da Igreja universal fosse também soberano, ou seja, chefe de Estado. Mas tratava-se, e trata-se, de uma convenção para reconhecer justamente essa necessidade de independência em relação a qualquer outro Estado, e não a afirmação de uma dupla missão. Qualquer exaltação ou supervalorização do papel do Pontífice como chefe de Estado, qualquer ênfase na importância desse papel, acaba sendo, portanto, enganosa, pois prejudica sua única e verdadeira missão de Pastor universal. Um Pastor que se dirige aos católicos, aos cristãos, aos crentes e a todos os homens de boa vontade com o único intuito de anunciar o Evangelho, sua mensagem de amor, de fraternidade e de paz “desarmada e desarmante”.</h3>
<h3 style="text-align: justify;">Isso foi bem destacado pelo então cardeal Giovanni Battista Montini, cardeal-arcebispo de Milão, em seu discurso no Capitólio em 10 de outubro de 1962, na véspera da inauguração do Concílio Ecumênico Vaticano II. Nesse discurso, o futuro Papa, ao falar do fim do poder temporal da Igreja com a queda do Estado Pontifício em 1870, disse: “Foi então que o papado retomou, com vigor inusitado, suas funções de mestre de vida e de testemunho do Evangelho, de modo a alcançar uma altura tão elevada no governo espiritual da Igreja e na irradiação moral sobre o mundo, como nunca antes”.</h3>
<h3 style="text-align: justify;">Quando pede que a vida humana seja sempre respeitada e protegida em todas as fases de sua existência, quando fala de paz pensando no bem dos povos e pede que se ponha fim à louca corrida ao rearmamento, superando até mesmo o conceito de “guerra justa”, quando convida ao diálogo e à negociação, invocando o Magistério da Doutrina Social, quando pede que os migrantes sejam considerados pessoas a serem acolhidas, sem jamais esquecer sua dignidade humana, quando nos lembra que os pobres estão no centro do Evangelho e que devemos construir sociedades mais justas e equitativas, quando defende o direito à liberdade religiosa, quando ressalta a importância de zelar pela Criação para transmiti-la aos nossos filhos e netos, o Sucessor de Pedro não está falando como chefe de Estado. Ele está simplesmente anunciando o Evangelho.</h3>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong><br />
Vatican News<br />
(Andrea Tornielli)</h3>
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		<title>Santo Padre reza com os fiéis em Castel Gandolfo</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 11:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre o azul intenso do céu de verão e as águas tranquilas do Lago Albano, milhares de fiéis e peregrinos preencheram a Praça da Liberdade neste domingo, 12 de julho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Entre o azul intenso do céu de verão e as águas tranquilas do Lago Albano, milhares de fiéis e peregrinos preencheram a Praça da Liberdade neste domingo, 12 de julho, para rezar o Angelus com o Papa Leão XIV em Castel Gandolfo.. A temperatura era mais amena do que em Roma, cerca de 31 graus contra os 34 registrados na capital italiana, mas suficiente para recordar que o verão chegou em cheio também à residência pontifícia dos Castelos Romanos.</h3>
<h3 style="text-align: justify;">Foi neste cenário que o Pontífice presidiu a oração mariana, retomando, como no ano passado, esta tradição profundamente ligada a Castel Gandolfo. Antes do Angelus, Leão XIV refletiu sobre a parábola do semeador, proposta pela liturgia do XV Domingo do Tempo Comum (cf. Mt 13,1-23), “que descreve a generosidade e a confiança com que Deus espalha a sua Palavra no nosso coração e o seu poder em nós”:</h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>“O próprio Jesus, o Verbo que se fez homem, que deu a sua vida pela nossa salvação, é a semente que o Pai continua a espalhar pelo mundo para que, ao morrer, dê muito fruto (cf. Jo 12,24). É verdade que Ele, às vezes, encontra em nós um terreno duro e insensível; outras vezes, distraído, semelhante ao solo batido dos caminhos, ao terreno pedregoso ou aos arbustos espinhosos; mas há momentos em que encontra uma terra receptiva e fértil, e então desencadeiam-se milagres de amor capazes de mudar tudo, como certamente também nós já experimentámos na nossa vida. Por isso, o Pai não desiste de semear, porque sabe que o poder do seu amor é mais forte do que a nossa fraqueza (cf. 2 Cor 12,9-10).”</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;">Deus acredita em nós</h3>
<h3 style="text-align: justify;">Em seguida, o Santo Padre sublinhou a confiança inabalável de Deus em cada ser humano. Citando São João Crisóstomo, Leão XIV explicou que aquilo que pareceria irracional para um agricultor, semear em terrenos difíceis, torna-se plenamente compreensível quando se trata do coração humano, capaz de mudar e de acolher a graça divina:</h3>
<div style="text-align: justify;">
<blockquote><p>“A generosidade de Deus para conosco não é ingénua, mas sábia, e sabe aproveitar em nós a possibilidade de um bem do qual, por vezes, nem sequer percebemos. Por isso, o Senhor, que conhece o terreno do nosso coração melhor do que nós próprios, não deixa de acreditar em nós, em quem somos e em quem nos podemos tornar, dia após dia, se nos entregarmos a Ele com fé.”</p></blockquote>
</div>
<h3 style="text-align: justify;">Segundo Leão XIV, é precisamente dessa combinação entre a gratuidade com que Deus lança a semente e a disponibilidade com que ela é acolhida que nascem os frutos do Espírito Santo: amor, alegria, paz, paciência, bondade, fidelidade, mansidão e autodomínio. “Quanto o nosso mundo precisa destes frutos e de ser preenchido e transformado por eles!”, exclamou.</h3>
<h3 style="text-align: justify;">Tempo para escutar a Palavra</h3>
<h3 style="text-align: justify;">Ao concluir a reflexão, o Papa dirigiu um convite especial aos fiéis que vivem este período de férias. Sem descuidar do descanso e do lazer saudável, encorajou todos a reservar tempo para a escuta, a leitura e a meditação da Palavra de Deus, bem como para momentos de silêncio e oração, e completou:</h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>“Retornaremos às nossas ocupações habituais renovados no corpo e no espírito, prontos para anunciar a Boa Nova do Evangelho e cada vez mais capazes de cooperar no crescimento do Reino de Deus. Que Maria, Rainha dos Apóstolos e Estrela da Evangelização, nos ajude nisto.”</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;">Ao término da oração mariana, o Santo Padre concedeu a todos a sua Bênção Apostólica.</h3>
<h3 style="text-align: justify;">Fonte<br />
Vatican News</h3>
]]></content:encoded>
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		<title>Julho: intenção de oração do Papa Leão XIV</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 16:47:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Aprender a acolher a vida sem condições.” Este é o convite de Leão XIV na intenção de oração para o mês de julho, divulgada pela Rede Mundial de Oração do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">“Aprender a acolher a vida sem condições.” Este é o convite de Leão XIV na intenção de oração para o mês de julho, divulgada pela Rede Mundial de Oração do Papa em colaboração com o Dicastério para a Comunicação. O Pontífice pede que os fiéis rezem para que toda vida humana seja reconhecida como um dom sagrado e respeitada em todas as fases da existência.</h3>
<h3 style="text-align: justify;">Na oração, o Papa dirige-se ao “Senhor da vida”, recordando que cada pessoa reflete o rosto de Deus e possui uma dignidade única e irrepetível. Por isso, suplica a graça de saber acolher a vida sem condições, sustentar com ternura a fragilidade, acompanhar com respeito cada etapa da existência e defender com coragem aqueles que não têm voz.</h3>
<h3 style="text-align: justify;">Uma casa aberta para todos<br />
Leão XIV também expressa o desejo de que a Igreja seja um lugar de acolhida, onde ninguém se sinta excluído ou descartado. Na oração, pede que a comunidade cristã seja uma “casa aberta”, capaz de celebrar cada existência humana e de testemunhar concretamente o Evangelho da vida. O Pontífice reconhece ainda a necessidade de conversão diante das atitudes de indiferença que ferem a dignidade humana. Por isso, pede perdão pelas vezes em que prevalece a chamada “cultura do descarte”, expressão frequentemente utilizada pelo Papa Francisco para denunciar a exclusão dos mais vulneráveis.</h3>
<h3 style="text-align: justify;">Do primeiro instante ao último suspiro<br />
A intenção de oração retoma uma reflexão já apresentada por Leão XIV durante sua recente viagem apostólica à Espanha. Na ocasião, o Papa afirmou que “toda vida humana deve ser reconhecida e protegida desde a sua concepção até o seu ocaso natural, em todas as circunstâncias da sua existência”. No vídeo deste mês, o Pontífice reforça a mesma mensagem ao recordar que cada ser humano é um “dom sagrado”, digno de respeito “desde o primeiro instante da sua existência até o último suspiro do seu caminho sobre a terra”.</h3>
<h3 style="text-align: justify;">Os desafios do mundo atual<br />
A intenção de oração de julho encontra eco em diversas situações que desafiam a promoção e a proteção da vida humana. Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que cerca de 73 milhões de abortos induzidos ocorrem anualmente em todo o mundo. Paralelamente, a Anistia Internacional registrou pelo menos 2.707 execuções em 17 países ao longo de 2025, o maior número desde 1981.</h3>
<h3 style="text-align: justify;">Também entre os idosos persistem situações de vulnerabilidade. Segundo a OMS, uma em cada seis pessoas com mais de 60 anos sofre algum tipo de abuso. Diante desse cenário, Leão XIV convida os fiéis a renovar o compromisso com a defesa da dignidade humana, promovendo uma cultura da vida capaz de acolher, proteger e acompanhar cada pessoa, especialmente as mais frágeis e vulneráveis.</h3>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h3 style="text-align: justify;">Fonte<br />
Vatican News</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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