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QUARESMA 2019: A mensagem do Papa Francisco

fev 26, 2019   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

O cuidado com a Casa Comum inspirou a mensagem do Papa para a Quaresma

Cidade do Vaticano - O tema da criação inspirou a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2019. O texto foi divulgado esta terça-feira (26/02) na Sala de Imprensa da Santa Sé, com o título “A criação encontra-se em expectativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de Deus”, extraído de Romanos 8,19. O Pontífice oferece algumas propostas de reflexão para acompanharem o caminho de conversão nesta Quaresma.

A redenção da criação
O Pontífice destaca que a criação se beneficia da redenção do homem quando este vive como filho de Deus, isto é, como pessoa redimida. Neste mundo, porém, adverte Francisco, “a harmonia gerada pela redenção continua ainda – e sempre estará – ameaçada pela força negativa do pecado e da morte”.

A força destruidora do pecado
Com efeito, prossegue o Papa, quando não vivemos como filhos de Deus, muitas vezes adotamos comportamentos destruidores do próximo, das outras criaturas, mas também de nós mesmos. Isso leva a um estilo de vida que viola os limites que a nossa condição humana e a natureza nos pedem para respeitar, seguindo desejos incontrolados. “Se não estivermos voltados continuamente para a Páscoa, para o horizonte da Ressurreição, é claro que acaba por se impor a lógica do tudo e imediatamente, do possuir cada vez mais.

A aparição do mal no meio dos homens interrompeu a comunhão com Deus, com os outros e com a criação, a ponto de o jardim se transformar num deserto. Trata-se daquele pecado que leva o homem a considerar-se como deus da criação, explica o Papa, a sentir-se o seu senhor absoluto. Quando se abandona a lei de Deus, a lei do amor, acaba por se afirmar a lei do mais forte sobre o mais fraco. “O pecado, manifestando-se como avidez, ambição desmedida de bem-estar, desinteresse pelo bem dos outros – leva à exploração da criação (pessoas e meio ambiente), movidos por aquela ganância insaciável que considera todo o desejo um direito e que, mais cedo ou mais tarde, acabará por destruir inclusive quem está dominado por ela.

A força sanadora do arrependimento e do perdão
Por isso, a criação tem impelente necessidade que se revelem os filhos de Deus. E o caminho rumo à Páscoa chama-nos precisamente a restaurar a nossa fisionomia e o nosso coração de cristãos, através do arrependimento, a conversão e o perdão, para podermos viver toda a riqueza da graça do mistério pascal. A Quaresma chama os cristãos a encarnarem, de forma mais intensa e concreta, o mistério pascal na sua vida pessoal, familiar e social, particularmente através do jejum, da oração e da esmola.

Jejuar, isto é, aprender a modificar a nossa atitude para com os outros e as criaturas: passar da tentação de «devorar» tudo para satisfazer a nossa voracidade, à capacidade de sofrer por amor, que pode preencher o vazio do nosso coração. Orar, para saber renunciar à idolatria e à autossuficiência do nosso eu, e nos declararmos necessitados do Senhor e da sua misericórdia. Dar esmola, para sair da insensatez de viver e acumular tudo para nós mesmos. “Queridos irmãos e irmãs, a ‘quaresma’ do Filho de Deus consistiu em entrar no deserto da criação para fazê-la voltar a ser aquele jardim da comunhão com Deus. Que a nossa Quaresma seja percorrer o mesmo caminho, para levar a esperança de Cristo também à criação. Não deixemos que passe em vão este tempo favorável!”, é o apelo final do Papa.

FONTE 
Bianca Fraccalvieri
Vatican News

Proteção de Menores: Presidentes de Conferências estão reunidos no Vaticano

fev 22, 2019   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

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Cidade do Vaticano - No início da manhã da última quinta-feira (21), o Papa Francisco introduziu os trabalhos do primeiro dia do encontro inédito sobre a proteção dos menores dentro da Igreja. A conferência reúne, pela primeira vez, os presidentes das Conferências Episcopais de todo o mundo no Vaticano para abordar o tema. O Papa começou o encontro afirmando do seu forte desejo de responsabilidade em interpelar Patriarcas, Cardeais, Arcebispos, Bispos, Superiores Religiosos e Responsáveis “diante da chaga dos abusos sexuais perpetrados por homens da Igreja em detrimento dos menores”. Todos juntos e “com a docilidade” da condução do Espírito Santo, “escutemos o grito dos pequenos que pedem justiça”.

Responsabilidade pastoral e eclesial
O Pontífice pediu que o encontro tivesse a incumbência do “peso da responsabilidade pastoral e eclesial que nos obriga a discutir juntos, de maneira sinodal, sincera e aprofundada sobre como enfrentar esse mal que aflige a Igreja e a humanidade. O santo Povo de Deus nos vê e espera de nós não simples e evidentes condenações, mas medidas concretas e eficazes a serem realizadas. São necessárias medidas concretas”, acrescentou Francisco. O Papa enalteceu, então, que o percurso de todos através desse encontro, no Vaticano, começa “armados da fé e do espírito de máxima parresia, de coragem e concretude”.

Como subsídio, disse Francisco, “me permito compartilhar com vocês alguns importantes critérios, formulados pelas diversas Comissões e Conferências Episcopais que chegaram até nós. São orientações para ajudar a nossa reflexão que serão entregues a vocês. São um simples ponto de partida que veio de vocês e volta para vocês”.

Transformar o mal em consciência e purificação
O Papa Francisco, então, agradeceu a Pontifícia Comissão para a Proteção dos Menores, a Congregação para a Doutrina da Fé e os membros da Comissão Organizadora pelo “excelente trabalho desenvolvido com grande empenho em preparar este encontro”. E o Pontífice finalizou: “Peço ao Espírito Santo de nos sustentar nestes dias e de nos ajudar a transformar esse mal em uma oportunidade de consciência e de purificação. A Virgem Maria nos ilumine para buscar curar as graves feridas que o escândalo da pedofilia causou seja nos pequenos que nos crentes.

Ouvir as vozes das vítimas
Os trabalhos do encontro iniciaram com uma oração, durante a qual alguns testemunhos de vítimas foram compartilhados – de quem não pôde falar ou foi silenciado. Os presentes na conferência elevaram as próprias orações para que cada um pudesse ouvir aqueles que “foram violados e feridos, maltratados e abusados”, reconhecendo “as feridas do povo para que seja feita justiça. Não consentir que os nossos fracassos”, foi a oração ao Senhor, “façam os homens perderem a fé em ti e no teu Evangelho”. Um longo e denso silêncio seguiu a uma das experiências que foram lidas: “Ninguém me escutava; nem os meus pais, nem os meus amigos, nem depois as autoridades eclesiásticas. Não me escutavam e nem mesmo o meu choro. E eu me questiono: por quê? E me questiono por que Deus não me escutou?”

FONTE 
Andressa Collet 
Vatican News

ANGELUS > ” Jesus nos abre os olhos para a realidade. Somos chamados para a felicidade, para sermos bem-aventurados”, disse o Papa

fev 17, 2019   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

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Confira o texto integral da alocução do Papa Francisco antes da Oração Mariana do Angelus deste domingo (17), dirigido aos  milhares de fiéis na Praça São Pedro.

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

O Evangelho de hoje (Lc 7, 17.20-26) nos apresenta as Bem-aventuranças na versão de São Lucas. O texto se articula em quatro bem-aventuranças e quatro mandamentos formulados com a expressão “ai de vós”. Com essas palavras, fortes e incisivas, Jesus nos abre os olhos, nos faz ver com o seu olhar, para além das aparências, longe da superfície e nos ensina a discernir as situações com a fé. Jesus declara bem-aventurados os pobres, os que tem fome, os aflitos e os perseguidos; e alerta aqueles que são ricos, saciados, sorridentes e aclamados pela pessoas. A razão dessa paradoxal bem-aventurança está no fato de que Deus está próximo àqueles que sofrem e intervém para libertá-los das suas escravidões; Jesus vê isso, já vê a bem-aventurança além da realidade negativa. E, igualmente, o “ai de vós”, dirigido àqueles que hoje vivem bem, serve a “despertá-los” do engano perigoso do egoísmo e de abri-los à lógica do amor até que haja tempo.

A página do Evangelho de hoje nos convida, então, a refletir sobre o sentido profundo de ter fé, que consiste em confiarmos totalmente no Senhor. Trata-se de derrubar os ídolos mundanos para abrir o coração ao Deus vivo e verdadeiro; só Ele pode dar à nossa existência aquela plenitude tanto desejada ou difícil para se alcançar. São muitos, de fato, inclusive nos nossos dias, aqueles que se propõem como distribuidores de felicidade: prometem sucesso a curto prazo, grande retorno de fácil alcance, soluções mágicas para cada problema e assim por diante. E aqui é fácil escorregar sem perceber no pecado contra o primeiro mandamento: a idolatria, substituir Deus com um ídolo. Idolatria e ídolos parecem coisas de outros tempos, mas, na verdade, são de todos os tempos! Descrevem algumas posturas contemporâneas melhor que muitas análises sociológicas.

Por isso Jesus nos abre os olhos para a realidade. Somos chamados para a felicidade, para sermos bem-aventurados, e nos tornamos desde o momento em que nos colocamos do lado de Deus, do seu Reino, da parte daquilo que não é efêmero, mas dura pela vida eterna. Somos felizes se nos reconhecemos necessitados perante Deus e se, como Ele e com Ele, estivermos próximos aos pobres, aos aflitos e a quem tem fome. A gente se torna capaz de alegria cada vez que, possuindo bens deste mundo, não fazemos ídolos a quem vendemos a nossa alma, mas somos capazes de compartilhar com os nossos irmãos. Sobre isso hoje a liturgia nos convida, mais uma vez, a nos interrogar e a praticar a verdade no nosso coração. As Bem-aventuranças de Jesus são uma mensagem decisiva que nos motiva a não recolocar a nossa crença nas coisas materiais e passageiras, a não procurar a felicidade seguindo os vendedores de fumaça, os profissionais da ilusão. O Senhor nos ajuda a abrir os olhos, a capturar um olhar mais penetrante sobre a realidade, a sarar da miopia crônica que o espírito mundano nos contamina.

Com a sua Palavra paradoxal nos motiva e nos faz reconhecer aquilo que realmente nos enriquece, nos sacia, nos dá alegria e dignidade. Enfim, aquilo que realmente dá sentido e plenitude à nossa vida.

FONTE
Vatican News

Papa: investir no desenvolvimento rural para combater a fome no mundo

fev 14, 2019   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

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Cidade do Vaticano - O Papa Francisco participou, nesta quinta-feira (14/02), da cerimônia de abertura da 42ª sessão do Conselho de Governadores do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), agência das Nações Unidas. O encontro realizou-se na sede do Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma. O Papa foi acolhido ao som de violino de Midori Gotō, violinista norte-americana de origem japonesa.

Em seu discurso aos participantes do evento, Francisco agradeceu ao presidente do Fida, Gilbert F. Houngbo, pelo convite feito a ele em nome do organismo. “Minha presença deseja trazer a esta sede os anseios e as necessidades da multidão de nossos irmãos que sofrem no mundo. Eles vivem em situações precárias: o ar está viciado, os recursos naturais dizimados, os rios poluídos, os solos acidificados; eles não têm água suficiente para si ou para suas colheitas; suas infraestruturas de saúde são precárias, suas casas escassas e defeituosas.

Segundo Francisco, “essas realidades se prolongam no tempo, quando, por outro lado, a nossa sociedade alcançou grandes conquistas nas áreas do saber. Isso quer dizer que estamos diante de uma sociedade que é capaz de progredir em seus propósitos de bem, e vencerá também a batalha contra a fome e a miséria se a propor seriamente. Não se foge das responsabilidades, passando-as de uns para outros, mas devem ser assumidas a fim de oferecer soluções concretas e reais.

Incentivo da Santa Sé
A Santa Sé sempre incentivou os esforços feitos pelas agências internacionais para combater a pobreza. Em dezembro de 1964, São Paulo VI pediu, em Bombaim, atual Mumbai, na Índia, “e depois reiterou em outras circunstâncias, a criação de um Fundo mundial para combater a miséria e dar um impulso decisivo na promoção integral das áreas mais pobres da humanidade. Desde então, os seus sucessores não deixaram de animar e incentivar iniciativas semelhantes, e um dos exemplos mais conhecidos é o Fida”, sublinhou o Papa. “Esta 42ª sessão do Conselho de Governadores do Fida segue essa lógica e tem diante de si um trabalho fascinante e crucial: criar possibilidades inéditas, dissipar hesitações e colocar cada povo em condições de enfrentar as necessidades que os afligem. A Comunidade internacional, que elaborou a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, precisa tomar outras medidas a fim de alcançar os 17 objetivos que a compõem.

A esse propósito, Francisco sublinhou que “a contribuição do Fida é imprescindível para cumprir os primeiros objetivos da Agenda, os que se referem à erradicação da pobreza, a luta contra a fome e a promoção da soberania alimentar. É paradoxal que uma boa parte das mais de 820 milhões de pessoas que sofrem de fome e desnutrição no mundo vivam nas áreas rurais, se dedicam à produção de alimentos e são camponesas. Além disso, o êxodo do campo para a cidade é uma tendência global que não podemos ignorar.”

Desenvolvimento local tem valor em si mesmo
O desenvolvimento local tem valor em si mesmo e não em função de outros objetivos. Trata-se de garantir que cada pessoa e cada comunidade possa desenvolver suas próprias capacidades de maneira plena, vivendo assim uma vida humana digna desse nome”, frisou ainda o Papa. Francisco exortou os responsáveis das nações, as organizações intergovernamentais e todos dos setores público e privado, “a desenvolverem os canais necessários para que medidas apropriadas possam ser implementadas nas áreas rurais da Terra, a fim de que as pessoas possam ser artífices responsáveis de sua produção e progresso”.

Segundo o Papa, “os problemas que afetam negativamente o destino de muitos de nossos irmãos atualmente, não podem ser resolvidos de forma isolada, ocasional ou efêmera. Hoje, mais do que nunca, devemos unir forças, alcançar consenso e fortalecer vínculos. Os desafios atuais são tão intrincados e complexos que não podemos prosseguir, enfrentando-os ocasionalmente, com resoluções de emergência. Trata-se de afirmar sempre a centralidade da pessoa humana, recordando que «os novos processos em gestação nem sempre se podem integrar dentro de modelos estabelecidos do exterior, mas devem ser provenientes da própria cultura local», disse Francisco citando um trecho de sua Encíclica Laudato si’.

Neste sentido, e como vem ocorrendo nos últimos anos, o Fida alcançou melhores resultados através de uma maior descentralização, promovendo a cooperação Sul-Sul, diversificando as fontes de financiamento e os modos de ação, promovendo uma ação baseada nas evidências e que, ao mesmo tempo, gera conhecimento. O Papa encorajou o organismo a prosseguir neste caminho, que deve sempre a melhorar as condições de vida das pessoas carentes”. A seguir, Francisco compartilhou algumas reflexões específicas sobre o tema Inovações e iniciativas empresariais no mundo rural” da 42ª sessão do Conselho de Governadores do Fida.

Fomentar “uma ciência com consciência”
É preciso apostar na inovação, na capacidade de empreendimento, no protagonismo dos atores locais e na eficiência dos processos produtivos para alcançar a transformação rural, a fim de erradicar a desnutrição e desenvolver de forma sustentável o meio rural. Nesse contexto, é necessário fomentar “uma ciência com consciência” e colocar realmente a tecnologia a serviço dos pobres. Por outro lado, as novas tecnologias não devem contrapor-se às culturas locais e aos conhecimentos tradicionais, mas devem complementá-los e agir em sinergia com eles”. Francisco desejou aos participantes da 42ª sessão do Conselho de Governadores do Fida “que os seus trabalhos, esforços e deliberações sejam em benefício dos descartados e das vítimas da indiferença e do egoísmo”. “Que possamos ver a derrota total da fome e uma copiosa colheita de justiça e prosperidade”, concluiu.

FONTE 
Mariangela Jaguraba
Vatican News

Papa: “Na oração cristã não há espaço para o ‘eu’”

fev 13, 2019   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

7 mil participaram da audiência de quarta-feira (13/02)

Cidade do Vaticano - Na catequese pronunciada esta quarta-feira (13/02), o Papa propôs uma reflexão sobre o ‘Pai Nosso’, explicando como rezar melhor a oração que Jesus nos ensinou. A Sala Paulo VI, dentro do Estado do Vaticano, ficou repleta de fiéis, romanos e turistas que receberam o Papa com o carinho de sempre, cantos e aplausos e em seguida, ouviram suas palavras com atenção.

Introspecção do diálogo com Jesus
Para rezar – iniciou o Papa – são necessários silêncio e introspecção. “A verdadeira oração se realiza no segredo na consciência, do fundo do coração: com Deus é impossível fingir, é como o olhar de duas pessoas, o homem e Deus, quando se cruzam. Mas apesar disso, Jesus não nos ensina uma oração intimista ou individualista. Não deixamos o mundo fora da porta do nosso quarto… levamos as pessoas e situações em nosso coração! Primeiramente nos dirigimos a Deus como a Alguém que nos ama e escuta (seja santificado o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade) e, depois, quando lhe apresentamos uma série de petições (dai-nos hoje o nosso pão cotidiano, perdoai as nossas ofensas, não nos deixeis cair em tentação, livrai-nos do mal), as fazemos na primeira pessoa do plural – “nós” – isto é, rezamos como uma comunidade de irmãos e irmãs. Até as necessidades mais elementares do homem – como ter alimento para saciar sua fome – são todas feitas no plural. Na oração cristã, ninguém pede o pão para si, mas o suplica para todos os pobres do mundo”, disse Francisco.

Pedir a Jesus que nos faça ter compaixão
Na oração, o cristão leva todas as dificuldades e sofrimentos de quem está ao seu lado, tanto dos amigos como de quem lhe faz mal, imitando a compaixão que Jesus sentia pelos pecadores. Mas pode acontecer – ressalvou o Papa – que alguém não perceba o sofrimento a seu redor, não sinta pena pelas lágrimas dos pobres, fique indiferente a tudo. Isto significa que seu coração está petrificado. Neste caso, seria bom pedir ao Senhor que o toque com o seu Espírito e sensibilize seu coração.

Às 7 mil pessoas presentes, o Papa perguntou: “Quando rezamos, nos abrimos ao grito de tanta gente, próxima ou distante? Ou penso na oração como uma espécie de anestesia, para ficar mais tranquilo? Isto seria um terrível equivoco”. A oração deve abrir o coração ao próximo para que amemos com um amor compassivo e concreto, sabendo que tudo aquilo que fizermos “a um destes meus irmãos mais pequeninos, -afirma Jesus – foi a mim mesmo que o fizestes”.

FONTE
Cristiane Murray
Vatican News

Papa celebrará Missa em encontro de grupos de acolhimento de Migrantes

fev 12, 2019   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

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Cidade do Vaticano – O Papa Francisco presidirá, na sexta-feira (15/02), às 16h locais, na Fraterna Domus de Sacrofano, próximo a Roma, a missa de abertura do encontro dos grupos de acolhimento de migrantes intitulado “Livres do medo”, promovido pela Fundação Migrantes, pela Caritas Italiana e pelo Centro Astalli, de 15 a 17 deste mês. Esta celebração mostra a atenção constante do Papa ao acolhimento dos migrantes.

Encontro de famílias e associações de acolhimento
Dar voz para aquela Itália que, “fiel às suas tradições, mantém vivo aquele espírito de solidariedade fraterna que há muito tempo a distingue”, afirmam a Caritas Italiana, a Fundação Migrantes e o Centro Astalli, recordando as palavras do Papa Francisco ao Corpo Diplomático credenciado junto à Santa Sé, em 7 de janeiro passado. Famílias, paróquias, associações e realidades diferentes que escolheram hospedar e/ou integrar os migrantes presentes no país, se reunirão para partilhar experiências e testemunhos.

Mensagem de confiança à Itália
Com este momento, queremos sobretudo agradecer, apoiar e incentivar as muitas pessoas que continuam, muitas vezes gratuitamente e do próprio bolso, mantendo vivo este espírito de acolhimento e de solidariedade”, explicou pe. Giovanni De Robertis, diretor-geral da Fundação Migrantes. “Hoje, na Itália, o que seria tarefa do Estado, muitas vezes é desempenhado gratuitamente pelo voluntariado e com o risco de ser olhado com desconfiança, de cobrir interesses obscuros ou mesmo insultados. É incrível, mas hoje quem está comprometido em ajudar e acolher um estrangeiro, portanto, um ser humano, é olhado em certas circunstâncias com suspeita, quase como se estivessem cometendo um crime”, disse ainda pe. De Robertis.

Com o encontro, em Sacrofano, “queremos mais uma vez enviar uma mensagem de confiança para a Itália. Encontrar os migrantes de perto, conhecê-los, dar-lhes uma mão, não é uma realidade trágica e perdedora como muitas vezes é pintada. Pelo contrário, na grande maioria dos casos, é uma experiência enriquecedora, capaz de despertar novas energias de vida”, concluiu.

Mensagem ao país
O encontro é aberto a todas as associações que estão comprometidas em acolher ou integrar os migrantes. Constam no programa, momentos de oração, reflexão, celebração, testemunhos, suportes artísticos e culturais, e trabalhos de grupo. No final do encontro será dada uma mensagem ao país e o mandato aos participantes, conferido pelo pe. Camillo Ripamonti, presidente do Centro Astalli.

FONTE
Vatican News

ANGELUS > Acompanhe a mensagem do Papa Francisco

fev 10, 2019   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

Papa Francisco na janela do apartamento pontifício

Cidade do Vaticano - O Papa Francisco rezou o Angelus com os fiéis reunidos na Praça São Pedro neste V Domingo do Tempo Comum. Eis sua alocução na íntegra:

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

O Evangelho de hoje (cf. Lc 5,1-11) nos propõe, no relato de Lucas, o chamado de São Pedro. O seu nome – sabemos – era Simão, e era pescador. Jesus, às margens do Mar da Galileia, o vê enquanto está organizando as redes, juntamente com outros pescadores. O encontra cansado e desiludido, porque naquela noite não pescaram nada. E Jesus o surpreende com um gesto inesperado: entra em seu barco e pede a ele para se afastar um pouco da terra, porque quer falar com as pessoas de lá. Então Jesus se senta no barco de Simão e ensina a multidão reunida ao longo da costa. Mas suas palavras reabrem à confiança também o coração de Simão. Então Jesus, com outro “movimento” surpreendente, diz a ele “Faze-te ao largo, e lançai as vossas redes para pescar”.

À primeira vista, Simão responde com uma objeção: “Mestre, trabalhamos a noite toda e não apanhamos nada ….” E como pescador experiente, ele poderia ter acrescentado: “Se não apanhamos nada durante a noite, muito menos apanharemos de dia.” Em vez disso, inspirado pela presença de Jesus e iluminado pela sua Palavra diz: “… mas por causa da tua palavra, lançarei as redes”. É a resposta da fé, que também nós somos chamados a dar; é a atitude da disponibilidade que o Senhor pede a todos os seus discípulos, sobretudo àqueles que têm cargos de responsabilidade na Igreja. E a obediência confiante de Pedro gera um resultado prodigioso: “Assim o fizeram e apanharam uma grande quantidade de peixes”.

Trata-se de uma pesca milagrosa, sinal do poder da palavra de Jesus: quando nos colocamos com generosidade ao seu serviço, Ele faz grandes coisas em nós. Assim age com cada um de nós, nos pede para acolhê-lo no barco da nossa vida, para compartilhar com ele e navegar um novo mar que se revela cheio de surpresas. O seu convite para sair ao mar aberto da humanidade do nosso tempo, para ser testemunhas de bondade e de misericórdia, dá um novo sentido à nossa existência, que muitas vezes corre o risco de debruçar-se sobre si mesmo.

Às vezes podemos ficar surpresos e hesitantes diante do chamado que nos dirige o Mestre divino, e somos tentados a rejeitá-lo por causa da nossa incapacidade. Também Pedro, depois daquela incrível pesca, disse a Jesus: “Senhor, afasta-te de mim, pois sou um pecador”. Mas diz isso de joelhos diante daquele que já reconhece como “Senhor”. E Jesus o encoraja dizendo: “Não temas; de agora em diante serás pescador de homens “, porque Deus, se confiamos nele, nos liberta de nosso pecado e abre diante de nós um novo horizonte: colaborar na sua missão.

O maior milagre realizado por Jesus por Simão e os outros pescadores desiludidos e cansados, não é tanto a rede cheia de peixes, mas tê-los ajudado a não cair vítimas da desilusão e do desânimo diante das derrotas. Os abriu para se tornarem na anunciadores e testemunhas da sua palavra e do reino de Deus. E a resposta dos discípulos foi imediata e total, ” “E, atracando as barcas à terra, deixaram tudo e o seguiram”. Que a Virgem Santa, modelo de imediata adesão à vontade de Deus, nos ajude a sentir o fascínio do chamado do Senhor, e nos torne disponíveis para colaborar com ele para propagar em todos os lugares a sua palavra de salvação.

FONTE
Vatican News

“Sejam oásis de Paz”, disse o Papa em Missa celebrada em Abu Dhabi

fev 5, 2019   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

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Cidade do Vaticano – O estádio Zayed, em Abu Dhabi, recebeu nesta terça-feira (5) milhares de fiéis para a missa com o Papa Francisco num momento culminante para a comunidade católica na Península Arábica. O local, com capacidade para receber 45 mil pessoas, ficou pequeno para a presença de tantos fiéis: caldeus, coptas, greco-católicos, greco-melquitas, latinos, maronitas, sírio-católicos, siro-malabarenses e siro-malancareses, tanto que foram distribuídos cerca de 135 mil bilhetes para que a cerimônia fosse acompanhada do lado de fora, por telões. As autoridades locais informaram que no total estavam presentes à celebração (dentro e fora do estádio), cerca de 180 mil pessoas.

“Sejam felizes”, disse o Papa
Na homilia, proferida em italiano pelo Pontífice, mas traduzida simultaneamente em língua árabe, o Papa Francisco começou dando um conselho fundamental para se viver como cristão: ser feliz, a mensagem basilar de Jesus, que não é prescrição para se cumprir, nem conjunto complexo de doutrinas para se conhecer. “Amados irmãos e irmãs, na alegria de encontrar vocês, esta é a palavra que vim lhes dizer: Felizes!”, disse o Pontífice, ao nos fazer refletir que, para Jesus, felizes são os pobres, mansos e que permanecem justos, e não os ricos e poderosos. “Quem tem razão: Jesus ou o mundo? Para compreender, vejamos como viveu Jesus: pobre de coisas e rico de amor, curou muitas vidas, mas não poupou a sua. Veio para servir e não para ser servido; ensinou que não é grande quem tem, mas quem dá. Justo e manso, não opôs resistência e Se deixou condenar injustamente. E, assim, Jesus trouxe o amor de Deus ao mundo. Só assim derrotou a morte, o pecado, o medo e o próprio mundanismo: unicamente com a força do amor divino.”

A polifonia da fé
O Papa, então, descreveu e agradeceu o modo como é vivida a “polifonia da fé” dos católicos nos Emirados Árabes, “que edifica a Igreja”. Lembrou que seguir o caminho de Jesus não significa estar sempre alegre e, por isso, reconhece que não é fácil “viver longe de casa e talvez sentir, além da falta das afeições mais queridas, a incerteza do futuro”. Enfrentando a provação, “pode acontecer de pensar que estamos sozinhos”, nesses momentos, porém, o Senhor “caminha ao nosso lado”, “é especialista em fazer coisas novas, sabe abrir caminhos mesmo no deserto (cf. Is 43, 19)”.

Viver as Bem-aventuranças
Francisco, então, falou das Bem-aventuranças que, para vivê-las, seguindo o exemplo de Jesus, não necessitam de “feitos extraordinários”, basta realizarmos a “única obra de arte, possível a todos: a da nossa vida. As Bem-aventuranças são um mapa de vida: não pedem ações sobre-humanas, mas a imitação de Jesus na vida de cada dia. Convidam-nos a manter puro o coração, a praticar a mansidão e a justiça venha o que vier, a ser misericordiosos com todos, a viver a aflição unidos a Deus. É a santidade da vida diária, que não precisa de milagres nem de sinais extraordinários. As Bem-aventuranças não são para super-homens, mas para quem enfrenta os desafios e provações de cada dia. Quem as vive à maneira de Jesus torna puro o mundo. É como uma árvore que, mesmo em terra árida, diariamente absorve ar poluído e restitui oxigênio.”

Felizes os mansos e pacificadores
O Papa finalizou se detendo brevemente em duas Bem-aventuranças. Sobre a primeira, «Felizes os mansos» (Mt 5, 5), Francisco convidou a não agredirmos, mas mantermos o comportamento de Jesus, de sermos mansos, mesmo diante dos acusadores. Então, o Pontífice citou São Francisco: “Nem lutas nem disputas: naquele tempo em que muitos partiam revestidos de pesadas armaduras, São Francisco lembrou que o cristão parte armado apenas com a sua fé humilde e o seu amor concreto. É importante a mansidão: se vivermos no mundo à maneira de Deus, vamos nos tornar canais da sua presença; caso contrário, não daremos fruto.

Sobre a segunda Bem-aventurança, «Felizes os pacificadores» (Mt 5, 9), o Papa incentivou a promover a paz, começando pela comunidade em que vivemos. Uma Igreja que persevera na palavra de Jesus e no amor fraterno, disse Francisco, produz frutos. “Para vocês, peço a graça de preservar a paz, a unidade, de cuidar uns dos outros numa bela fraternidade, onde não haja cristãos de primeira classe e de segunda. Jesus, que lhes chama «felizes», conceda a graça de caminharem sempre diante sem se desencorajar, crescendo no amor «uns para com os outros e para com todos» (1 Ts 3, 12).

FONTE 
Andressa Collet
Vatican News

O Papa nos Países Islâmicos

fev 1, 2019   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

Papa Francisco e o Grão Imame de Al-Azhar, líder mundial do Islã sunita

Cidade do Vaticano – São grandes as expectativas para a chegada de Francisco nos Emirados Árabes Unidos, a primeira visita de um Papa na península arábica. No berço da religião islâmica o Papa convalida o compromisso que caracteriza este pontificado de construir pontes de conhecimento e de diálogo entre cristãos e muçulmanos, na confiança recíproca de ser irmãos.

Jordânia: as virtudes proclamadas pelo Islã
Papa Francisco já fez várias viagens em países com maioria muçulmana desde o início da sua missão petrina no mundo inteiro. Recordamos a viagem de maio de 2014 quando o Papa foi à Jordânia, primeira etapa da sua peregrinação à Terra Santa. No discurso dirigido ao Rei Abdullah II em Amã, o Papa quis “renovar o profundo respeito e estima pela comunidade muçulmana”, elogiando a função de guia do rei jordaniano “em promover uma compreensão mais adequada das virtudes proclamadas pelo Islã e a serena convivência entre os fiéis das diferentes religiões” e almejando também poder contribuir “para incrementar e promover boas e cordiais relações entre cristãos e muçulmanos”.

Albânia: O respeito e a confiança recíproca
Em setembro de 2014 o Papa foi a Tirânia na Albânia. Ao encontrar as autoridades locais, o Francisco teve a ocasião de alegrar-se de modo particular “por uma característica feliz da Albânia, que deve ser preservada com todo o cuidado e atenção: refiro-me à convivência pacífica e à colaboração entre seguidores de diferentes religiões. O clima de respeito e mútua confiança entre católicos, ortodoxos e muçulmanos é um bem precioso para o país e adquire uma relevância especial neste nosso tempo”.

Turquia: A oração comum pela paz
Durante o regresso da viagem à Turquia em novembro de 2014, no encontro com os jornalistas disse: “Fui à Turquia como peregrino, não como turista. Quando fui à Mesquita e vi aquela maravilha, o Mufti explicava-me bem as coisas, com tanta serenidade e também com o Alcorão, onde se falava de Maria e de João Batista, explicava-me tudo… Naquele momento, senti necessidade de rezar. E disse: ‘Vamos rezar um pouco?’ ‘Sim, sim!’ – disse ele. E rezei… pela Turquia, pela paz, pelo Mufti… por todos… por mim. Eu disse: ‘Senhor, acabemos com a guerra!’ Assim mesmo. Foi um momento de oração sincera”.

República Centro-Africana: A fraternidade de cristãos e muçulmanos
Um ano depois, em novembro de 2015, na República Centro-Africana, ao visitar a Mesquita central de Baghi onde encontrou a comunidade muçulmana disse: “Entre cristãos e muçulmanos, somos irmãos. Devemos, portanto, considerar-nos como tal, comportar-nos como tal. Sabemos bem que os acontecimentos recentes e as violências que abalaram o vosso país não se fundavam em motivos propriamente religiosos. Quem afirma crer em Deus deve ser também um homem ou uma mulher de paz. Cristãos, muçulmanos e membros das religiões tradicionais viveram juntos, em paz, durante muitos anos”.

Azerbaijão: Deus não justifica os fundamentalismos
No Azerbaijão, em outubro de 2016, a voz de Francisco ressoava na Mesquita de Baku: “Deus não pode ser invocado para interesses de parte nem para fins egoístas; não pode justificar qualquer forma de fundamentalismo, imperialismo ou colonialismo. Mais uma vez, deste lugar tão significativo, levanta-se o grito angustiado: nunca mais violência em nome de Deus! Que o seu santo nome seja adorado, e não profanado nem mercantilizado por ódios e conflitos humanos”.

Egito: A violência disfarçada de suposta sacralidade
Em abril de 2017, no coração do islã sunita, durante a viagem do Papa ao Egito, ao visitar a mesquita e Universidade de al-Azhar, depois de ter abraçado o Grão Imame Ahmad Muhammad Al-Tayyib, destacava: “Como responsáveis religiosos, somos chamados a desmascarar a violência que se disfarça de suposta sacralidade, apoiando-se na absolutização dos egoísmos, em vez de o fazer na autêntica abertura ao Absoluto. Devemos denunciar as violações contra a dignidade humana e contra os direitos humanos, trazer à luz do dia as tentativas de justificar toda a forma de ódio em nome da religião e condená-las como falsificação idólatra de Deus: o seu nome é Santo, Ele é Deus de paz, Deus salam. Por isso, só a paz é santa; e nenhuma violência pode ser perpetrada em nome de Deus, pois profanaria o seu Nome”. De pouco ou nada serve – prosseguia Francisco – levantar a voz e correr ao rearmamento para se proteger: hoje há necessidade de construtores de paz, não de armas; hoje há necessidade de construtores de paz, não de provocadores de conflitos; de bombeiros e não de incendiários; de pregadores de reconciliação e não de arautos de destruição”.

Myanmar: As diferenças religiosas sejam uma força em prol do perdão
A paz e a reconciliação é sempre prioridade nos pensamentos do Papa durante sua viagem a Myanmar e Bangladesh. “As diferenças religiosas não devem ser fonte de divisões e difidência, mas sim uma força em prol da unidade, do perdão, da tolerância e da sábia construção da nação” reiterava Francisco no encontro em Yagon com as autoridades civis.

Bangladesh: Substituir cultura do conflito pela cultura do encontro
Em Daca, em Bangladesh, o Papa afirmava: “quando os líderes religiosos se pronunciam publicamente, a uma só voz, contra a violência revestida de religiosidade e procuram substituir a cultura do conflito pela cultura do encontro, inspiram-se nas raízes espirituais mais profundas das respectivas tradições”.

Os abraços com o Grão Imame de al-Azhar
Pode-se destacar também os quatro encontros do Papa com o líder mundial do Islã sunita Ahmad Muhammad Al-Tayyib, sempre ligados ao compromisso comum pela paz contra fundamentalismos e extremismos. O próximo encontro nos Emirados Árabes, segundo a programação da viagem, será durante a Conferência Internacional sobre a Fraternidade Humana, organizada em Abu Dhabi pelo Conselho dos Idosos Muçulmanos, que reunirá 600 expoentes de diversas comunidades religiosas.

FONTE
Vatican News

RECESSO | Departamento de Comunicação

jan 6, 2019   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

O Departamento de Comunicação do Santuário São Judas Tadeu estará em recesso até o próximo dia 21 de Janeiro. As transmissões de Missa, nesse período, não serão realizadas. As atualizações dos perfis da Comunidade em Redes Sociais também não acontecerão com a frequência de costume.

As atividades da Paróquia poderão ser acompanhadas a partir do Voz no Caminho – Semana (disponível no Link Notícias > Voz no Caminho, no menu inicial do site). Para outras informações, favor entrar em contato com a Secretaria Paroquial: 17. 3215.9201.

Cordialmente,

André Botelho
Assessor de Comunicação 
Santuário São Judas Tadeu 

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