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Papa Francisco recebe crianças doentes: vocês são importantes!

nov 30, 2018   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

Papa Francisco com as crianças polonesas da Clínica de Oncologia de Wrocław

Cidade do Vaticano - O Papa Francisco encontrou-se, na manhã desta sexta-feira (30/11), na Sala Clementina, no Vaticano, com um grupo de sessenta e duas crianças da Clínica de Oncologia de Wrocław, na Polônia. “O seu caminho na vida é difícil, queridas crianças, porque vocês têm de se tratar, vencer a doença ou conviver com ela. Isso não é fácil”, disse o Pontífice às crianças que sofrem de câncer. “Porém, vocês possuem muitos amigos, muitos amigos que ajudam vocês. Os seus familiares também ajudam vocês a seguirem em frente. Pensem bem nisso: não há dificuldade na vida que não possa ser vencida. A vitória é diferente para cada pessoa. Cada um vence à sua maneira. O ideal é vencer sempre. É o horizonte para seguir adiante. Não se desanimem.

O Papa sublinhou que “o Senhor deu um anjo da guarda a cada um de nós, de quando éramos pequenos até nos tornamos idosos. O Senhor deu a cada um de nós um anjo para que nos ajude na vida. Cada um de vocês tem o seu. Conversem com o seu anjo da guarda, para que os proteja, os inspire e os leve a vencer sempre na vida”. Francisco agradeceu as pessoas que acompanham, cuidam e ajudam  essas crianças. Brincando com elas, o Papa disse: “Vocês viram que são muito importantes, pois para ouvir e falar com o Papa vocês precisam de dois intérpretes. Vocês são importantes!

No final do encontro, Francisco abençoou as crianças. Antes, porém, rezou com elas uma Ave-Maria em polonês.

FONTE
Vatican News

ANGELUS: “Deus é amor” e quer estabelecer no mundo o seu reino de amor, de justiça e de paz”, disse o Papa

nov 25, 2018   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

Papa Francisco acena para a multidão reunida na Praça São Pedro da janela do apartamento pontifício

Cidade do Vaticano - O reino de Jesus não é deste mundo, é um reino de amor que não é alcançado por meios humanos. Seu pedido hoje, é deixarmos que Ele se torne nosso rei. Mas Jesus somente poderá dar um novo sentido à nossa vida, com a condição de que não sigamos as lógicas do mundo e de seus “reis”.

Senhor da história e de toda a criação
O Papa Francisco começou explicando aos fiéis e turistas presentes na Para São Pedro em um dia chuvoso, que a Solenidade de Jesus Cristo Rei do universo celebrada neste domingo,  “é colocada no final do ano litúrgico e recorda que a vida da criação não avança por acaso, mas prossegue em direção a uma meta final: a manifestação definitiva de Cristo, Senhor da história e de toda a criação. A conclusão da história será o seu reino eterno”. A alocução do Santo Padre é inspirada na passagem do Evangelho de São João (Jo 18, 33b-37)  proposto pela liturgia do dia, que relata “a situação humilhante em que Jesus encontrou-se depois de ter sido preso no Getsêmani: amarrado, insultado, acusado e levado perante as autoridades de Jerusalém”.

É apresentado à autoridade romana como alguém que atenta contra o poder político para se tornar rei dos judeu. Em um “interrogatório dramático”, por duas vezes Pilatos o questiona se é um rei. “Tu o dizes: eu sou rei“, reponde. Jesus não tinha ambições políticas, observa o Papa, recordando que após o milagre da multiplicação dos pães o povo queria proclamá-lo rei “para derrubar o poder romano e restaurar o reino de Israel”, mas “Ele retira-se para a montanha para rezar“.

Poder do amor
O reino pra Jesus – explica Francisco – “é outra coisa, e não se realiza, certamente, com a revolta, a violência e a força das armas”. Como disse a Pilatos, “se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que eu não fosse entregue aos judeus”: Jesus quer deixar claro que acima do poder político existe outro muito maior, que não é alcançado por meios humanos. Ele veio à Terra para exercer esse poder, que é amor, dando testemunho da verdade a verdade. Trata-se da verdade divina que, em última análise, é a mensagem essencial do Evangelho: “Deus é amor” e quer estabelecer no mundo o seu reino de amor, de justiça e de paz”. E este – reitera o Pontífice – “é o reino do qual Jesus é o rei, e que se estende até o fim dos tempos”. Como a história nos ensina – recordou o Papa – “os reinos fundados no poder das armas e na prevaricação são frágeis e, mais cedo ou mais tarde, caem”.

Deixar Jesus ser nosso rei 
Jesus hoje nos pede para deixar que Ele se torne nosso rei: “Um rei que com sua palavra, seu exemplo e sua vida imolada na cruz nos salvou da morte, indica o caminho para o homem perdido, dá nova luz à nossa existência marcada pela dúvida, pelo medo e pelas provações do dia-a-dia”. Mas não devemos esquecer – disse Francisco – que o reino de Jesus não é deste mundo: “Ele poderá dar um novo sentido à nossa vida – às vezes colocada  à dura prova também por nossos erros e pecados – somente com a condição de que nós não sigamos as lógicas do mundo e de seus ‘reis’”. Que a Virgem Maria nos ajude a acolher Jesus como o rei da nossa vida e a difundir o seu reino, dando testemunho da verdade que é amor, concluiu o Papa Francisco.

FONTE 
Jackson Erpen
Vatican News

Instituída Comissão preparatória para o encontro sobre proteção de menores

nov 23, 2018   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

O encontro “A proteção dos menores na Igreja” será realizado de 21 a 24 de fevereiro

Cidade do Vaticano - De 21 a 24 de fevereiro de 2019, será realizado no Vaticano o encontro “A proteção dos menores na Igreja”. A este propósito, a Sala de Imprensa da Santa Sé informou no final da manhã desta sexta-feira que o Santo Padre indicou como membros do Comitê de organização do encontro o cardeal Blase J. Cupich, arcebispo de Chicago (EUA), o cardeal Oswald Gracias, arcebispo de Bombaim (Índia) e presidente da Conferência Episcopal da Índia, Dom Charles Scicluna, arcebispo de Malta e secretário-adjunto da Congregação para a Doutrina da Fé, o reverendo padre Hans Zollner, SJ, presidente do Centro para a proteção de Menores da Pontifícia Universidade Gregoriana e membro da Pontifícia Comissão para a Tutela de Menores, nomeando-o como referente do próprio Comitê.

Na reunião, que contará com a participação de Sua Santidade, participarão os líderes das Igrejas Católicas Orientais, os superiores da Secretaria de Estado, os prefeitos das Congregações para a Doutrina da Fé, para as Igrejas Orientais, para os Bispos, para a Evangelização dos Povos, para o Clero, para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica e do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, os presidentes das Conferências Episcopais e os representantes da União dos Superiores Gerais e da União Internacional das Superioras Gerais .

Nos trabalhos de preparação estarão envolvidas, entre outros, a Dra Gabriella Gambino, sub-secretária para a Seção Vida, e a Dra. Linda Ghisoni, sub-secretária da Seção Fiéis Leigos do Dicastério para os Leigos e Família e a Vida, além da Pontifícia Comissão para a Proteção de Menores e algumas vítimas de abusos cometidos pelo clero.

Proteção dos menores, prioridade fundamental
O encontro de fevereiro é sem precedentes, o que mostra que o Papa Francisco fez da proteção de menores uma prioridade fundamental para a Igreja”, declarou o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé. “Trata-se – explicou Greg Burke – de manter as crianças seguras contra prejuízo em todo o mundo. O Papa Francisco quer que os líderes da Igreja tenham uma compreensão completa do impacto devastador que o abuso sexual clerical tem sobre as vítimas. O encontro é primariamente para os bispos – e eles têm muito de responsabilidade por esse grave problema. Mas homens e mulheres leigos que são especialistas no campo dos abusos darão sua contribuição, e podem ajudar a abordar especialmente o que precisa ser feito para garantir transparência e responsabilidade“.

FONTE
Vatican News

DIA MUNDIAL DOS POBRES: “Levaremos conosco somente o que doamos, o que oferecemos”, disse o Papa

nov 18, 2018   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

Papa Francisco no Angelus deste domingo

Cidade do Vaticano – O Papa Francisco rezou a oração mariana do Angelus, deste domingo (18⁄11), II Dia Mundial dos Pobres, com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro. Na alocução que precedeu a oração, o Pontífice frisou que no Evangelho deste domingo, Jesus “quer instruir os seus discípulos sobre os eventos futuros. Não está em primeiro lugar um discurso sobre o fim do mundo, mas o convite a viver bem o presente, a vigiar e estar sempre prontos para quando seremos chamados a prestar contas de nossa vida. Jesus diz: Nesses dias, depois da tribulação, o sol vai ficar escuro, a lua não brilhará mais, as estrelas começarão a cair do céu.

Rosto radiante de amor
Essas palavras nos fazem pensar no início do Livro do Gênesis que fala da criação: o sol, a lua e as estrelas que desde o início dos tempos brilham em sua ordem e iluminam, sinal de vida, aqui são descritos em sua decadência, enquanto mergulham na escuridão e no caos, sinal do fim. “Ao invés, a luz que naquele último dia resplandecerá será única e nova: será a luz do Senhor Jesus que virá na glória com todos os santos. Naquele encontro veremos, finalmente, o seu Rosto na luz plena da Trindade; um rosto radiante de amor, diante do qual todo ser humano aparecerá em total verdade”, disse o Papa. Francisco sublinhou que “a história da humanidade, assim como a história pessoal de cada um de nós, não pode ser entendida como uma simples sucessão de palavras e fatos que não fazem sentido”.

Encontro definitivo com o Senhor
Não pode ser também interpretada à luz de uma visão fatalista, como se tudo já estivesse pré-estabelecido segundo um destino que subtrai todo espaço de liberdade, impedindo fazer escolhas que sejam o fruto de uma decisão verdadeira.” No Evangelho de hoje, Jesus diz que a história dos povos e a de cada um têm um fim e uma meta a ser alcançada: o encontro definitivo com o Senhor. “Não sabemos a hora e nem como acontecerá. O Senhor reiterou que «ninguém sabe nada, nem os anjos no céu, nem o Filho». Tudo é mantido no segredo do mistério do Pai. Sabemos, todavia, um princípio fundamental com o qual devemos nos confrontar: «Passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão».

Segundo o Papa, “o verdadeiro ponto crucial é esse. Naquele dia, cada um de nós entenderá se a Palavra do Filho de Deus iluminou a própria existência pessoal, ou se virou as costas para ela, preferindo confiar nas próprias palavras. Será mais do que nunca o momento de nos abandonarmos definitivamente ao amor do Pai e confiar-nos à sua  misericórdia”. O Papa destacou que “ninguém escapa desse momento, nenhum de nós escapa desse  momento”.

Levaremos somente o que doamos
A esperteza, que muitas vezes colocamos em nossos comportamentos para dar crédito à imagem que queremos oferecer, não será mais necessária. Da mesma forma, o poder do dinheiro e dos meios econômicos com os quais pretendemos com presunção comprar tudo e todos, não poderá ser mais ser usado. Não teremos conosco nada além do que realizamos nessa vida, acreditando em sua Palavra: tudo e nada do que vivemos ou deixamos de realizar. Levaremos conosco somente o que doamos, o que oferecemos.

Francisco convidou a invocar a intercessão da Virgem Maria a fim de que a constatação do nosso tempo provisório na terra e de nossa limitação não nos afunde na angústia, mas nos chame à responsabilidade para comigo, o próximo e  o mundo inteiro.

FONTE
Vatican News

Papa visita Posto de Saúde Solidário na Praça São Pedro

nov 17, 2018   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

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Cidade do Vaticano - No final da tarde desta sexta-feira (16), o Papa Francisco surpreendeu pacientes, voluntários e médicos do Posto de Saúde Solidário instalado na Praça São Pedro desde o início da semana. A visita inesperada era para encontrar os pobres e os mais necessitados, já que a assistência temporária foi inaugurada por ocasião do Dia Mundial dos Pobres que será celebrado no domingo (18). O Pontífice abençoou todos presentes no local e também as instalações, além de conversar e se mostrar disponível para selfies. “Um gesto de grande solidariedade e caridade cristã que o Papa quis dar como testemunho.”

O gesto de caridade cristã do Papa
O Santo Padre chegou acompanhado pelo arcebispo Rino Fisichella, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização: “é uma daquelas surpresas que faz o Papa Francisco. Uma visita em que ele se viu acolhido imediatamente por muitos pobres, com várias dificuldades, que chegaram bem próximos a ele”. Dom Fisichella contou ainda que “o Papa saudou todos, um por um. Escutou eles, saudou os voluntários e as voluntárias, e acredito que seja mais uma vez um gesto de grande solidariedade e caridade cristã que o Papa quis dar como testemunho”. A visita do Papa Francisco também faz parte da iniciativa “Sextas-feiras da Misericórdia”, iniciada pelo Pontífice no Jubileu da Misericórdia.

Atendimento diário aos pobres 
O Posto de Saúde tem o objetivo de “oferecer tratamento por uma semana àqueles que estão em dificuldade. Faço votos de que este dia promova uma crescente atenção às necessidades dos últimos, dos marginalizados e dos famintos”, disse o Pontífice durante a oração do Angelus do último domingo (11), ao falar da iniciativa. Oitos ambulatórios estão abertos desde a segunda-feira (12) e sempre por 14 horas no dia. A estrutura, de assistência temporária, atende os pobres e mais necessitados com consultas médicas e de laboratoriais gratuitas.

FONTE 
Andressa Collet
Vatican News

AUDIÊNCIA GERAL: “Eu sou uma testemunha da verdade ou sou um mentiroso fantasiado de verdadeiro?”

nov 14, 2018   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

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Cidade do Vaticano -Não levantarás falso testemunho contra teu próximo”: a catequese do Papa Francisco na Audiência Geral desta quarta-feira (14/11) foi dedicada ao oitavo mandamento. Aos milhares de fiéis e peregrinos na Praça São Pedro, o Pontífice explicou o significado profundo da verdade. Este mandamento ensina que não podemos falsificar a verdade nas nossas relações com os outros.

Frágil equilíbrio entre a verdade e a mentira
Viver de comunicações não autênticas é grave, porque impede as relações e, portanto, o amor. Onde há mentira, não pode haver amor. E quando falamos de comunicação entre as pessoas não entendemos somente as palavras, mas também os gestos, as atitudes e até mesmo os silêncios e as ausências. Uma pessoa fala com tudo aquilo que é e o que faz. Todos nós vivemos comunicando e estamos continuamente num frágil equilíbrio entre a verdade e a mentira.”

Que significa dizer a verdade?, perguntou Francisco. É algo que vai além do nosso ponto de vista ou a revelação de fatos pessoais ou reservados. É um modo de manifestar o amor. “As fofocas matam”, recordou o Papa. “É o que disse o apóstolo Tiago na sua carta. Os fofoqueiros são pessoas que matam os outros porque a língua mata como uma faca. Fiquem atentos. O fofoqueiro é um terrorista, porque com a sua língua lança a bomba e vai embora e esta bomba destrói a fama dos outros. Fofocar é matar, não esqueçam.”

Testemunhar a verdade
Francisco prosseguiu explicando que as palavras “Não levantarás falso testemunho contra teu próximo” pertencem à linguagem jurídica. Os Evangelhos culminam com a narração do processo, da execução da sentença contra Jesus e sua consequência inaudita. Jesus, quando interrogado por Pilatos, disse que veio a este mundo para dar testemunho da verdade. A verdade, portanto, encontra sua plena realização na própria pessoa de Jesus, no seu modo de viver e de morrer, fruto da sua relação com o Pai. E esta existência como filho de Deus Jesus a doa também a nós. Em cada ato, o homem afirma ou nega esta verdade. “Eu sou uma testemunha da verdade ou sou um mentiroso fantasiado de verdadeiro? Cada um se questione”, recomendou o Papa.

Amor sem limites
A verdade não se limita a discursos, mas é um modo de existir, de viver. A verdade é a revelação maravilhosa de Deus, do seu rosto de Pai, do seu amor sem limites. Esta verdade corresponde à razão humana, mas a supera infinitamente. Francisco então concluiu: “Não levantar falso testemunho quer dizer viver como filhos de Deus, que jamais desmente a si mesmo, jamais mente, deixando emergir em cada ato a grande verdade: que Deus é Pai e é possível confiar Nele. Eu confio em Deus, esta é a grande verdade. E dessa nossa confiança em Deus Pai, de que Ele nos ama, nasce a minha verdade e o ser verdadeiro e não mentiroso.

FONTE
Vatican News

Papa oferecerá almoço a 3 mil necessitados

nov 13, 2018   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

Almoço com pessoas pobres na Sala Paulo VI em 2017

Cidade do Vaticano - No próximo domingo, 18 de novembro, será celebrado o II Dia Mundial dos Pobres, nascido no final do Jubileu da Misericórdia, por vontade do Papa Francisco. Uma iniciativa, como recordado pelo Santo Padre no Angelus de domingo, de “evangelização, oração e partilha“, que “promove maior atenção às necessidades dos últimos, dos marginalizados, dos famintos“.

Nesta ocasião, o Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, que é responsável pela organização e promoção do evento nas dioceses em todo o mundo, tem coordenado algumas iniciativas para transmitir a preocupação da Igreja, sobretudo em relação àqueles que vivem à margem. Entre essas iniciativas, o almoço do Papa Francisco com pessoas pobres, após a celebração da Santa Missa presidida pelo Papa na Basílica Vaticana, às 10 horas do domingo, com a participação de cerca de 6.000 pobres, juntamente com voluntários que os acompanham, além de representantes de várias entidades que se preocupam dessas pessoas necessitadas. A celebração será transmitida pelo Vatican News a partir das 9h55, horário italiano (6h55, horário de Brasília).

O almoço do Papa com os pobres
O Santo Padre Francisco convidou cerca de 3.000 pobres para participarem do almoço organizado na Sala Paulo VI, que se transformará em um grande refeitório. A refeição a ser servida será oferecida pela Rome Cavalieri – Hilton Itália, em colaboração com a organização sem fins lucrativos Tabor. O Papa se sentará à mesa com os pobres, compartilhando com eles um momento informal, na maior simplicidade. Este momento de convívio terá lugar simultaneamente nos refeitórios de muitas paróquias, universidades, realidades assistenciais e associações de voluntariado que aderiram à iniciativa, como a Caritas, a Comunidade de Santo Egídio, Legionários de Cristo, Círculo de São Pedro, Colégio Leoniano, Convitto Lateranense Beato Pio IX, Universidade Europeia de Roma, Regina Apostolorum, Instituto Villa Flaminia e a ACLI de Roma.

Posto de Saúde Solidário
Também neste ano, está sendo repetida a experiência do Posto de saúde Solidário, iniciativa que quer oferecer atendimento gratuito a todos os necessitados, que normalmente teriam muitas dificuldades para acessá-lo. Este ano, o Posto de Saúde Solidário foi instalado no lado esquerdo da Piazza São Pedro,  adjacente ao Braço de Carlo Magno. A estrutura entrou em funcionamento na segunda-feira, 12 de novembro, e permanecerá aberta até domingo, 18 de novembro, com horários de atendimento das 10h às 22h. Já o laboratório de análises, ficará aberto das 8:00 às 13:00.

As instituições de saúde que disponibilizaram seus seus serviços são: Fundação Policlinico Universitario A. Gemelli, Universidade de Roma Tor Vergata, grupo Bios S.p.A., a ONG Roma Cares, o hospital San Giovanni Addolorata. Uma ambulância estará sempre presente e disponível no Posto de Saúde, para aqueles que porventura possam precisar de cuidados especiais que não podem ser realizados dentro da própria estrutura. No ano passado, mais de 600 pessoas foram atendidas e tratadas, algumas das quais em estado grave.

Voluntariado
No sábado, 17 novembro, às 20h00, na Basílica de São Lourenço Fora dos Muros, haverá uma Vigília de Oração para as associações de voluntariado, que como verdadeiros agentes de misericórdia, no silêncio e na discrição, oferecem um serviço constante para essas pessoas que vivem as diferentes formas de pobreza e exclusão, que infelizmente produzem a sociedade de hoje.

FONTE
Jackson Erpen
Vatican News

Papa Francisco oferece Posto de Saúde aos Pobres

nov 12, 2018   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

No telão, imagem de cartaz promocional da iniciativa

Cidade do Vaticano - Quem passava pela Praça São Pedro por estes dias ficava curioso em saber de que se tratava a estrutura que estava sendo montada próximo ao posto-móvel dos Correios Vaticanos, no lado esquerdo da Praça. Trata-se de um posto de saúde, que durante uma semana, até o próximo domingo – quando será celebrado o II Dia Mundial dos Pobres – atenderá pessoas com dificuldades. Depois de rezar o Angelus, o Papa Francisco fez votos de que este dia promova uma crescente atenção às necessidades dos últimos, dos marginalizados e dos famintos: “No próximo domingo será celebrado o Segundo Dia Mundial dos Pobres, com muitas iniciativas de evangelização, de oração e partilha. Também aqui na Praça São Pedro, foi montado um posto de saúde que oferecerá tratamento por uma semana àqueles que estão em dificuldade. Faço votos de que este dia promova uma crescente atenção às necessidades dos últimos, dos marginalizados e dos famintos”.

Este pobre clama e o Senhor o escuta” é o tema deste II Dia Mundial dos Pobres, a ser celebrado em 18 de novembro. “Convido os irmãos bispos, os sacerdotes e de modo particular os diáconos, a quem foram impostas as mãos para o serviço dos pobres, juntamente com as pessoas consagradas e tantos leigos e leigas que, nas paróquias, associações e movimentos, tornam palpável a resposta da Igreja ao clamor dos pobres, a viver este Dia Mundial como um momento privilegiado de nova evangelização. Os pobres evangelizam-nos, ajudando-nos a descobrir cada dia a beleza do Evangelho. Não deixemos cair em saco roto esta oportunidade de graça. Neste dia, sintamo-nos todos devedores para com eles, a fim de que, estendendo reciprocamente as mãos uns para os outros, se realize o encontro salvífico que sustenta a fé, torna concreta a caridade e habilita a esperança a prosseguir segura no caminho rumo ao Senhor que vem”, escreveu o Papa em sua mensagem para a ocasião, com a data de 13 de junho de 2018, Memória Litúrgica de Santo Antônio de Lisboa.

Uma Santa Missa presidida pelo Papa Francisco na Basílica de São Pedro, às 10 horas (horário italiano), marcará essa recorrência. O Vatican News transmitirá a celebração, com comentários em português, a partir das 9h55, horário italiano (6h55, horário de Brasília).

FONTE 
Jackson Erpen 
Vatican News

“Que as igrejas não se tornem um mercado”, pediu o Papa Francisco

nov 9, 2018   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

Papa celebra a missa na Casa Santa Marta

Cidade do Vaticano - O Papa Francisco celebrou a missa na capela de sua residência, a Casa Santa Marta, nessa sexta-feira, 9 de novembro. Na homilia, ele comentou o Evangelho do dia, extraído de João, explicando as motivações que levam à agressividade de Jesus, que expulsa violentamente os mercantes do Templo. O Filho de Deus é impulsionado pelo amor, “pelo zelo” que sente pela casa do Senhor, “convertida num mercado”.

Os ídolos escravizam
Entrando no templo, onde se vendiam bois, ovelhas e pombas, na presença dos cambistas, Jesus reconhece que aquele lugar era povoado por idolatras, homens prontos a servir ao “dinheiro” ao invés de “Deus”. “Por trás do dinheiro há o ídolo”, destacou Francisco, os ídolos são sempre de ouro. E os ídolos escravizam: Isso nos chama a atenção e nos faz pensar em como nós tratamos os nossos templos, as nossas igrejas; se realmente são casa de Deus, casa de oração, de encontro com o Senhor; se os sacerdotes favorecem isso. Ou se parecem com os mercados. Eu sei… algumas vezes eu vi – não aqui em Roma, mas em outro lugar – vi uma lista de preços. “Mas como pagar pelos Sacramentos?”. “Não, é uma oferta”. Mas se querem dar uma oferta – e devem dá-la – que a coloquem na caixa das ofertas, escondido, que ninguém veja quanto está dando. Também hoje existe este perigo: “Mas devemos manter a Igreja. Sim, sim, sim, realmente.” Que os fiéis a mantenham, mas na caixa das ofertas, não com uma lista de preços.

Que as igrejas não se tornem mercado
O Papa Francisco adverte também para a tentação da mundanidade: Pensemos em algumas celebrações de algum Sacramento talvez, ou comemorativas, onde você vai e vê: não sabe se é um local de culto, a casa de Deus ou uma salão social. Algumas celebrações que escorregam para a mundanidade. É verdade que as celebrações têm que ser bonitas – bonitas –, mas não mundanas, porque a mundanidade depende do deus dinheiro. É uma idolatria também. Isso nos faz pensar, e também no que diz respeito a nós: como é o nosso zelo pelas nossas igrejas, o respeito que nós temos ali quando entramos.

O templo do coração
O Pontífice refletiu depois sobre a primeira carta de São Paulo aos Coríntios, esclarecendo que também o coração de cada um de nós representa “um templo: templo de Deus”. Mesmo conscientes de sermos pecadores, portanto, cada um deveria interrogar o próprio coração para verificar se é “mundano e idolatra”. Eu não pergunto qual é o seu pecado, o meu pecado. Pergunto se existe dentro de você um ídolo, se há o senhor dinheiro. Porque quando existe o pecado há o Senhor Deus misericordioso que perdoa se você vai até Ele. Mas se há o outro senhor – o deus dinheiro – você é um idolatra, isto é, um corrupto: não mais um pecador, mas um corrupto. O cerne da corrupção é justamente uma idolatria: é ter vendido a alma ao deus dinheiro, ao deus poder. É um idolatra.

FONTE
Vatican News
Barbara Castelli

Tema para o Dia Mundial da Paz 2019 é apresentado

nov 6, 2018   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

O 52ª Dia Mundial da Paz será celebrado em 1° de janeiro de 2019

Cidade do Vaticano - A boa política está a serviço da paz” é o tema da mensagem do 52ª Dia Mundial da Paz, que será celebrado em 1° de janeiro de 2019, divulgado nesta terça-feira (06/11). “A responsabilidade política pertence a cada cidadão, em particular a quem recebeu o mandato de proteger e governar. Esta missão consiste em salvaguardar o direito e incentivar o diálogo entre os membros da sociedade, entre gerações e culturas”, ressalta uma nota da Sala de Imprensa da Santa Sé.

Não há paz sem confiança recíproca e a confiança tem como primeira condição o respeito pela palavra dada. O compromisso político, uma das mais altas expressões da caridade, traz a preocupação pelo futuro da vida e do planeta, dos jovens e das crianças, em sua sede de realização”, destaca ainda o texto. Segundo a nota, “quando o homem é respeitado em seus direitos, como recordava São João XXIII na Encíclica Pacem in terris (1963), germina nele o sentido do dever de respeitar os direitos dos outros”.

Os direitos e deveres do ser humano aumentam a consciência de pertencer a uma mesma comunidade, com os outros e com Deus. Portanto, somos chamados a levar e anunciar a paz como a boa nova de um futuro em que todo ser humano será considerado em sua dignidade e seus direitos”, conclui a nota da Sala de Imprensa da Santa Sé.

FONTE
Vatican News

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