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Solidariedade e carinho: a ligação do Papa Francisco ao Povo Brasileiro

jun 12, 2020   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

Papa Francisco em Aparecida

Mais um telefonema do Papa Francisco para o Brasil. Desta vez foi o arcebispo de Aparecida (SP), dom Orlando Brandes que recebeu uma ligação do Papa Francisco nesta quarta-feira (10/06). Segundo informações do próprio dom Orlando numa entrevista à TV Aparecida, o Santo Padre “manifestou a sua solidariedade e carinho ao povo brasileiro”, em especial nesse momento difícil de pandemia da Covid-19.

Segundo dom Orlando, durante o telefonema o Papa disse que reza por todos os brasileiros e que acompanha as notícias do Brasil em oração. “Recebemos esse grande presente de Corpus Christi do Papa Francisco”, disse o arcebispo de Aparecida. “Ele pediu que transmitisse ao povo brasileiro suas orações e recomendou que todos os brasileiros se coloquem no colo de Nossa Senhora Aparecida. O Papa também recordou que ontem (terça, 09 de junho) nós celebramos o dia de São José de Anchieta, que ele canonizou e que marcou tanto também a vida dos brasileiros”, acrescentou o arcebispo.

Durante a entrevista dom Orlando, disse que Francisco lembrou sua visita a Aparecida nos anos de 2007 e 2013, por ocasião da V Conferência de Aparecida, ainda como arcebispo de Buenos Aires, e depois, como Papa, durante a JMJ no Rio de Janeiro. “Ele recordou que esteve aqui em 2013 e que aqui esteve em 2007 na Conferência de Aparecida, da qual também participei. Ele também pediu, de nossa parte, que também rezássemos por ele“, disse dom Orlando.

De acordo com o arcebispo, Francisco falou ainda da imagem de Nossa Senhora Aparecida que foi entronizada nos Jardins Vaticanos em setembro de 2016. “Ele disse: a imagem de Nossa Senhora Aparecida está bem pertinho de mim. E relembrou: eu me lembro que peguei Nossa Senhora no meu colo, a Madonnina, que quer dizer, mãezinha. Recomendo a todos vocês estarem no colo da Mãezinha Aparecida“, destacou o arcebispo. Dom Orlando disse que o Papa pediu para dar uma benção ao povo brasileiro em seu nome. Concluindo o telefonema, Francisco deixou uma mensagem aos brasileiros: “Coragem e esperança. Somos pessoas de fé!”, disse. Esta foi a terceira ligação do Papa Francisco para o Brasil durante a pandemia do coronavírus. O Santo Padre já havia telefonado para o arcebispo de Manaus, dom Leonardo Steiner, e também para o arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Pedro Scherer, para manifestar sua solidariedade.

FONTE
Vatican News

CORPUS CHRISTI > Santuário divulga trajeto da Procissão

jun 10, 2020   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

A Comunidade do Santuário São Judas Tadeu apresentou o trajeto da “Procissão Motorizada” de Corpus Christi. A “adaptação” se fez necessária para evitar a aglomeração dos fiéis nesse tempo de pandemia. A Solenidade do Corpo e Sangue do Senhor, nessa quinta-feira, 11 de junho, também considera as exigências atuais para a participação dos paroquianos na igreja. Mesmo diante das restrições, todos os momentos serão celebrados com muita fé!

Acompanhe o trajeto proposto para a passagem do Santíssimo e, a partir das 10 da manhã, esteja na porta da sua casa. Se a procissão não passar onde você mora, participe da carreata.

Trajeto

Nenhuma descrição de foto disponível.
- Saída pelo portão da Marginal da BR 153
- Rotatória da Rua José Bonifácio (na direção do Centro)
- Alameda Barão de Jaraguá (entre os números 138 e 90)
- Rua Monte Cassino (entre os números 211 e 99)
- Alameda Copacabana (entre os números 350 e 404)
- Rua Pacaembu (entre os números 138 e 160)
- Alameda Bandeirantes (entre os números 367 e 421)
- Rua Casa Blanca (entre os números 225 e 245)
- Chegada no Santuário

Missa 
A Celebração Eucarística terá início às 8 da manhã e será transmitida a partir do Facebook. A participação presencial dos fiéis (respeitadas as regras de distanciamento e higienização) fica restrita à capacidade da igreja (86 lugares). O uso da máscara é obrigatório!

Informações
17. 3215.9201

A CNBB e a defesa da democracia e do Judiciário

jun 9, 2020   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

CNBB participa de lançamento do Manifesto em defesa da Democracia e do Judiciário

O arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo, participou de webconferência, nesta segunda-feira, 8 de junho, às 15h, para  o lançamento do Manifesto em defesa da Democracia e do Judiciário. A iniciativa foi transmitida pelo canal da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) no Youtube. O presidente da CNBB antecedeu as falas dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Morais e de seu presidente Dias Toffoli. Dom Walmor ressaltou a importância do STF como instituição fundamental para a democracia brasileira.

À luz do que diz a Doutrina Social da Igreja, o arcebispo de Belo Horizonte (MG) disse que as autoridades políticas têm o dever moral de exercer o poder como serviço tendo em vista o bem comum e a solução pacífica dos problemas da sociedade. “A democracia não pode permitir a formação de grupos restritos que buscam usurpar o Estado a partir de seu interesses ideológicos”, disse o presidente da CNBB. O presidente do STF, o  ministro Dias Toffoli, disse que uma democracia sólida de funda na diversidade e que a harmonia e a transparência são deveres defendidos na carta constituicional de 1988 à qual todos os agentes públicos devem prestar obediência. “É a justiça que nos salva do livre arbítrio. A Constituição governa a quem governa”, disse. O presidente do STF, em sua saudação, reconheceu a relevância histórica da CNBB na busca por uma sociedade mais fraterna e democrática.

No ato, instituições como a Ordem dos  Advogados do Brasil, Associação dos Juízes Federais, Associação Nacional dos Procuradores da República, Federação Nacional de Jornalistas, Associação dos Delegados de Polícia do Brasil,  foram unanimes em defender o diálogo e a democracia como único caminho para a resolução dos conflitos e enfrentamento da Covid-19. O Manifesto em defesa da Democracia e do Judiciário conta com assinatura de mais de 200 associações, centrais, federações e confederações nacionais, estaduais e municipais, entidades públicas e privadas, representantes de servidores públicos e sociedade civil. A AMB escolheu a hashtag #unidospelademocracia como simbolo do objetivo maior do manifesto.

De acordo com o manifesto, “as crises, sanitária e econômica, que assolam o país só podem ser superadas com a preservação dos princípios fundamentais da República, como a pluralidade política e a separação harmônica entre os Poderes, bem como dos direitos e garantias fundamentais dos cidadãos e das prerrogativas dos integrantes do sistema de Justiça”. O texto ainda afirma que discordâncias, debates e críticas à atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal e de outros entes do Poder Judiciário “fazem parte e são bem-vindas no Estado de Direito”. No entanto, continua, “a liberdade de manifestação e de expressão não abarca discursos de ódio e a apologia ao autoritarismo, à ditadura e a ideologias totalitárias que já foram derrotadas no passado”.

Durante o evento transmitido online, o manifesto abaixo foi lido pela presidente da Associação dos Magistrados do Brasil, Renata Gil.

Confira a íntegra:

Manifesto em defesa da Democracia e do JudiciárioO Poder Judiciário é um dos pilares do Estado Democrático de Direito. Sua independência é condição para a existência do regime democrático. Por isso, os signatários deste texto, representantes legítimos das funções essenciais à realização da Justiça e da sociedade civil, repudiam os ataques e ameaças desferidas contra o Judiciário por grupos que pedem desde a prisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal até a imposição de uma ditadura.O STF, mais importante tribunal do país, tem desempenhado, de forma republicana, seu papel de balizar a forma como a Constituição deve ser aplicada. As crises, sanitária e econômica, que assolam o país só podem ser superadas com a preservação dos princípios fundamentais da República, como a pluralidade política e a separação harmônica entre os Poderes, bem como dos direitos e garantias fundamentais dos cidadãos e das prerrogativas dos integrantes do sistema de Justiça.

Atacar o STF significa ameaçar todo o Judiciário e os valores democráticos do Brasil. Discordâncias, debates e críticas fazem parte e são bem-vindas no Estado de Direito. A liberdade de manifestação e de expressão, no entanto, não abarca discursos de ódio e a apologia ao autoritarismo, à ditadura e a ideologias totalitárias que já foram derrotadas no passado.

Munidos de diálogo, pretendemos manter vivo o desejo de um país mais justo, solidário, cidadão e responsável. É o legado que a Constituição Federal determina que todos deixem para as gerações futuras. 

ANGELUS > “A Trindade é Amor, inteiramente a serviço do mundo, que quer salvar e recriar”, disse o Papa

jun 7, 2020   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

O Papa Francisco no Angelus 07.06.2020

Vatican News – “Deus Pai ama tanto o mundo que, para o salvar, dá aquilo que tem de mais precioso: o seu Filho único.” Foi o que disse o Papa no Angelus, ao meio-dia deste domingo (07/06). Falando da janela do palácio apostólico aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro para acompanhar com o Santo Padre a oração mariana, Francisco explicou que o Evangelho deste domingo (Jo 3, 16-18), festa da Santíssima Trindade, mostra  - na linguagem sintética de João – o mistério do amor de Deus pelo mundo, a sua criação. No breve diálogo com Nicodemos, Jesus apresenta-se como Aquele que leva a cabo o plano de salvação do Pai em favor mundo. Ele afirma: “Deus amou de tal modo o mundo que deu o Seu Filho único” (v. 16). Estas palavras indicam que a ação das três Pessoas divinas – Pai, Filho e Espírito Santo – é um único desígnio de amor que salva a humanidade e o mundo, afirmou o Pontífice.

Deus ama cada um de nós, mesmo quando cometemos erros
“O mundo está marcado pelo mal e pela corrupção, nós homens e mulheres somos pecadores; portanto, Deus poderia intervir para julgar o mundo, para destruir o mal e castigar os pecadores. Em vez disso – observou o Papa –, Ele ama o mundo, apesar dos seus pecados; Deus ama cada um de nós, mesmo quando cometemos erros e nos distanciamos d’Ele.”

“Deus Pai ama tanto o mundo que, para o salvar, dá aquilo que tem de mais precioso: o seu Filho único, que dá a sua vida pela humanidade, ressuscita, volta para o Pai e, juntamente com Ele, envia o Espírito Santo. A Trindade é, portanto, Amor, inteiramente a serviço do mundo, que quer salvar e recriar.”

Quando Jesus afirma que o Pai deu o seu Filho unigênito, pensamos espontaneamente em Abraão e na sua oferta do filho Isaac, do qual o Livro do Gênesis fala (cf. 22, 1-14): esta é a “medida sem medida” do amor de Deus. E pensemos também no modo como Deus se revela a Moisés: cheio de ternura, misericordioso e piedoso, lento para a ira e rico de graça e fidelidade, continuou o Papa.

Deixar-se encontrar por Cristo e confiar n’Ele
O encontro com este Deus encorajou Moisés, o qual, como narra o livro do Êxodo, não receou colocar-se entre o povo e o Senhor, dizendo-lhe: “Somos um povo de cerviz dura, mas perdoai-nos as nossas iniquidades e os nossos pecados e aceitai-nos como propriedade Vossa” (34, 9).

“Estimados irmãos e irmãs, a festa de hoje convida-nos a deixarmo-nos fascinar mais uma vez pela beleza de Deus; beleza, bondade e verdade inesgotável. Mas também humilde, próxima, que se fez carne para entrar na nossa vida, na nossa história, para que cada homem e mulher possa encontrá-la e ter a vida eterna. E isto é fé: acolher a Deus-Amor que se doa em Cristo, deixar-se encontrar por Ele e confiar n’Ele.”

Acolher com o coração aberto o amor de Deus
O Santo Padre concluiu a alocução que precede a oração mariana pedindo a intercessão da Virgem Maria, a fim de que “nos ajude a acolher com o coração aberto o amor de Deus, que nos enche de alegria e dá sentido ao nosso caminho neste mundo, orientando-o sempre para a meta que é o Céu”.

FONTE
Vatican News

A gratidão do Papa aos Médicos e Agentes de Saúde

jun 5, 2020   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

Em imagem de arquivo, o Papa no Hospital Bambino Gesù quando encontrou médicos e enfermeiros

Vatican News > “A entrada gratuita aos Museus Vaticanos para os médicos e agentes de saúde é só o último gesto de forte valor simbólico do Papa em relação a nós”, afirma Foad Aodi, presidente da União Médica Euro Mediterrânea (UMEM) e também da Associação Médicos de Origem Estrangeira na Itália (AMSI). Não somente neste período de emergência, acrescenta ele, “mas também nos últimos anos, o Pontífice mostrou toda a sua proximidade a nós, médicos, aos enfermeiros e aos agentes de saúde sem nenhum tipo de distinção”.

A partir da próxima segunda-feira (8) e durante uma semana, aqueles que trabalham nas instituições sanitárias públicas e privadas na Itália vão poder entrar gratuitamente nos Museus Vaticanos e nas Vilas Pontifícias de Castel Gandolfo, nos devidos horários de abertura. Para receber o ingresso, basta apresentar a carteira de reconhecimento da Ordem dos Profissionais ou das empresas onde trabalham. A promoção vale inclusive para um acompanhante.

O dever e os direitos
Em um momento particularmente difícil, muitas vezes os médicos e aqueles que trabalham no âmbito sanitário foram definidos “heróis”. Aodi, porém, recusa aquela que define “uma etiqueta”, enfatizando como essas pessoas estão simplesmente fazendo – e fizeram nas últimas semanas – o seu dever.

Os direitos, porém, não devem ser perdidos. O presidente das associações, que também está a frente da Comunidade do Mundo Árabe na Itália (COMAI), comenta que “os tantos médicos mortos pela Covid-19 também sofreram com aquelas carências que precediam a emergência, então, não queremos louvores por parte da política, mas instrumentos”.

A proximidade de Francisco
O presidente Aodi revela ainda que, nestas semanas, recebeu centenas de mensagens de pessoas que escreveram do mundo árabe, “da Terra Santa do Golfo, manifestando todo o seu apreço pela proximidade constante e sincera do Papa Francisco”. O médico de origem israelita conclui dizendo que “precisam de intervenções concretas e de mensagens simples como aquelas em favor dos imigrantes sem permissão de residência na Itália, que normalmente têm medo de ir até o hospital. Nesta fase, é uma situação mais que nunca inadmissível”, afirma ele.

As intenções de oração na Santa Marta
Em mais de uma oportunidade a intenção de oração de Francisco na missa celebrada na Casa Santa Marta foi dirigida aos agentes de saúde. No último dia 20 de março, por exemplo, o pensamento foi para os médicos da região da Lombardia, “que estão dando a própria vida para ajudar os doentes, para salvar a vida dos outros”.

Já na missa do dia 18 de abril, o Papa fez uma oração aos agentes de saúde que cuidam das pessoas com deficiência que tenham sido infectados com o vírus: “rezemos por eles que estão sempre a serviço dessas pessoas com diversas habilidades, mas não têm as habilidades que temos nós”. Então, na mensagem pelo Dia Internacional dedicado aos Enfermeiros, em 12 de maio, Francisco descreveu assim a vocação deles: “aquela de ser bons samaritanos, que cuidam da vida e das feridas do próximo. Protetores e servidores da vida, enquanto administram os tratamentos necessários, inspiram coragem, esperança e confiança”.

FONTE
Vatican News

Rui Saraiva: “A esperança de Francisco”

jun 4, 2020   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

Oração do Terço na Gruta de Lourdes

Naquele chuvoso fim-de-tarde em Roma, um homem sozinho acolheu numa enorme Praça vazia o mundo inteiro. Francisco, Papa desde março de 2013, sempre encontrou ali multidões. Alegres, sorridentes, orantes, presentes. Porque o contágio cristão faz-se de abraços e partilha. E, de repente, devido ao novo coronavírus, o mundo ficou doente e teve que se proteger de um contágio tão forte que se transformou em pandemia. Era obrigatório ficar em casa. Pela saúde pública.

Naquele dia 27 de março, na proximidade física e territorial italiana, que envolve o Papa, tinham morrido mais de 900 pessoas em 24 horas por covid-19 que é a doença respiratória causada pelo novo coronavírus. Vivia-se um ambiente de dor, de sofrimento, de angústia e de incerteza em relação ao futuro.

No mesmo barco com o Papa
Francisco cedo reagiu. Deixou-se aconselhar e percebeu que o tempo era de intensificar a comunicação. A partir de meados de março a missa em Santa Marta passou a ser transmitida em direto para todo o mundo até ao passado dia 18 de maio. Transformou-se num fenómeno de comunicação, verdadeiro vínculo quotidiano de esperança. Naquela sexta-feira da Quaresma, 27 de março, o Papa organizou uma oração pela humanidade e quis junto de si o Crucifixo de S. Marcelo que em 1522 pôs fim à peste em Roma. Quis também o ícone da Salus Populi Romani, a Imagem protetora do povo romano, que estará em Portugal para as Jornadas Mundiais da Juventude agora adiadas para 2023.

O Santo Padre inspirou-se no Evangelho de S. Marcos na passagem que nos revela o Senhor que acalma a tempestade e diz aos seus discípulos: porque estais com medo? Ainda não tendes fé? Na sua meditação, o Papa lembrou que também a humanidade está no meio de uma tempestade e afirmou: “À semelhança dos discípulos do Evangelho, fomos surpreendidos por uma tempestade inesperada e furibunda. Demo-nos conta de estar no mesmo barco”.

Juntos na mesma situação – recordou Francisco apelando para o perigo da autossuficiência que pode levar à realidade de “sozinhos” nos afundarmos. “Convidemos Jesus a subir para o barco da nossa vida” – disse o Papa exortando todos a abraçarem a cruz de Cristo, pois, só assim, poderemos encontrar “novas formas de hospitalidade, de fraternidade e de solidariedade” – sublinhou o Santo Padre que no final desta oração, num significativo momento de espiritualidade cristã, deu a bênção eucarística em transmissão mundial.

Na Páscoa, o direito à esperança
Durante as celebrações pascais de 2020 no Vaticano, organizadas no confinamento a que a pandemia obrigou, destaque para a homilia de Francisco na Vigília Pascal e para a Mensagem Urbi Orbi na manhã de Páscoa. Na vigília, mãe de todas as vigílias, a ressurreição do Senhor foi celebrada com uma forte exortação à esperança. O Papa declarou um novo direito fundamental: o direito à esperança.

Nesta noite conquistamos um direito fundamental, que não nos será tirado: o direito à esperança. É uma esperança nova, viva, que vem de Deus, não é mero otimismo, não são umas pancadinhas nas costas ou um encorajamento de circunstância. É um dom do céu, que não conseguiríamos obter sozinhos” – disse Francisco. O Papa declarou ainda que “a esperança de Jesus é diferente” porque “até de um túmulo faz surgir vida”.  Fazendo uma clara alusão ao sofrimento e incerteza que o mundo vivia, o Santo Padre assinalou não ser possível ceder à resignação dizendo para não colocarmos “uma pedra por cima da esperança”.

Podemos e devemos esperar, porque Deus é fiel. Não nos deixou sós, visitou-nos: ele chegou a cada umas das nossas situações, na dor, na angústia, na morte. A Sua luz iluminou a escuridão do sepulcro: hoje quer alcançar os cantos mais sombrios da vida. Irmã, irmão, mesmo que no coração enterraste a esperança não desistas: Deus é maior. Escuridão e morte não têm a última palavra. Coragem, com Deus nada está perdido!” – disse o Papa na sua homilia na Vigília Pascal.

Na Mensagem e Benção Urbi et Orbi na manhã de Páscoa o Papa Francisco afirmou que com a Ressurreição de Cristo uma “Boa Notícia” se acendeu na noite: “a noite de um mundo já ocupado com grandes desafios e agora oprimido pela pandemia, que mete em dura prova a nossa família humana. Nesta noite ressoou a voz da Igreja: Cristo minha esperança, ressuscitou!

Francisco afirmou que a esperança da Ressurreição “é um outro contágio, que se transmite de coração a coração“. Para Francisco este é o “contágio da esperança”: “Cristo minha esperança, Ressuscitou! – Não se trata de uma fórmula mágica, que faça desaparecer os problemas. Não, a ressurreição de Cristo não é isso. É a vitória do amor sobre a raiz do mal, uma vitória que não passa por cima do sofrimento e da morte, mas atravessa-as abrindo uma estrada no abismo, transformando o mal no bem” – disse o Papa.

Rezar o Terço dando esperança a quem sofre
No final do mês mariano, a 30 de maio, o Papa Francisco, numa iniciativa do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, rezou o Terço no Vaticano em especial ligação com os santuários marianos e com todo o mundo. Foi a partir da réplica da Gruta de Lourdes que se encontra bem no coração dos Jardins do Vaticano que o Papa Francisco rezou o Terço para pedir a consolação de Nossa Senhora para enfrentar a pandemia.

Uma oração plena de esperança vivida nos primeiros passos que se vão fazendo de desconfinamento e de regresso a alguma normalidade. A frase que orientou a espiritualidade daquele momento foi retirada dos Atos dos Apóstolos (1,14): “Todos se uniram constantemente em oração, juntamente com Maria”. Com o Papa estiveram em ligação direta de intenções e comunhão os santuários marianos espalhados pelo mundo: Lourdes (França), Lujan (Argentina), Guadalupe (México), Elele (Nigéria), San Giovanni Rotondo e Pompeia (Itália), o Santuário da Imaculada Conceição em Washington (EUA) e claro o Santuário de Fátima em Portugal.

O Terço foi rezado com a participação de pessoas atingidas pelo novo coronavírus: médicos, enfermeiros, doentes curados, famílias em luto, capelães, farmacêuticos, jornalistas e voluntários, e também uma família que teve há pouco tempo um filho. Um verdadeiro símbolo de esperança. No Terço, rezado com grande intensidade, em transmissão direta para todo o mundo, recordamos o excerto final da oração do Papa:

Ó Maria, Consoladora dos aflitos, abraçai todos os vossos filhos atribulados e alcançai-nos a graça que Deus intervenha com a sua mão omnipotente para nos libertar desta terrível epidemia, de modo que a vida possa retomar com serenidade o seu curso normal. Confiamo-nos a Vós, que resplandeceis sobre o nosso caminho como sinal de salvação e de esperança, ó clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria. Amém” Laudetur Iesus Christus

FONTE
Vatican News

O Papa nomeou núncio apostólico na Rússia dom Giovanni d’Aniello, até então núncio no Brasil

jun 2, 2020   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

O Papa nomeou núncio apostólico na Rússia dom Giovanni d’Aniello, até então núncio no Brasil

No Santuário Nacional de Aparecida (SP), em maio de 2014, na missa de acolhida aos novos bispos na 52ª Assembleia Geral do episcopado do Brasil, inspirado no Santo Padre, o núncio apostólico no Brasil dom Giovanni d’Aniello afirmou que os bispos “precisam ser pastores com cheiro de ovelhas”.  Esse princípio conduziu a presença do representante do Santo Padre no Brasil ao longo desses 8 anos, desde que foi nomeado para o Brasil em 10 de fevereiro de 2012.

No Brasil, dom Giovanni sempre foi uma presença próxima às Igrejas particulares, ora visitando as dioceses para conhecer as diferentes realidades de perto, inaugurando Igrejas, seminários, concedendo o pálio episcopal aos prelados. Sempre esteve acompanhado, de perto, a trajetória da CNBB, participando de suas reuniões e da Assembleia Geral (AG) dos bispos do Brasil todos os anos. Acompanhou a Igreja, sem contudo deixar de exercer com esmero seu papel como diplomata junto aos governos brasileiros.

O arcebispo italiano substituirá dom Celestino Migliore, que foi transferido para Paris. Dom d’Aniello é o representante diplomático da Santa Sé e do Papa no Brasil desde 10 de fevereiro de 2012. Antes de vir ao Brasil, dom Giovanni exerceu a nunciatura na Tailândia e no Camboja e foi delegado apostólico em Myanmar.

Dom Giovanni tem 65 anos, nasceu em Aversa (Itália), foi ordenado sacerdote em dezembro de 1978. É doutor em Direito Canônico. Ingressou no Serviço Diplomático da Santa Sé em 1983, tendo desempenhado a sua atividade junto às Representações Pontifícias do Burundi, Tailândia, Líbano, Brasil e Seção para as Relações com os Estados da Secretaria de Estado, no Vaticano. Foi nomeado núncio apostólico na República Democrática do Congo, em 2001, e em 2010, foi transferido para a Tailândia e Camboja. O núncio apostólico é o representante da Santa Sé e tem status de Embaixador. O Brasil foi o primeiro país fora da Europa a receber um representante papal.

FONTE
Conferência Nacional
dos 
Bispos do Brasil

CNBB > Orientações Litúgico-Pastorais para o retorno às atividades presenciais

jun 2, 2020   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

CNBB envia aos bispos do Brasil orientações litúrgico-pastorais para retorno às atividades

Brasília > Aos poucos, as autoridades políticas estaduais, observando as medidas sanitárias, vão permitindo a abertura de atividades após um período mais intenso de isolamento social como medida para contenção do avanço do novo coronavírus. Entre as ações permitidas encontra-se a possibilidade do retorno da realização de celebrações religiosas e missas.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou a todo episcopado brasileiro, dia 31 de maio, um documento de oito páginas com as “Orientações Litúrgico-Pastorais para o retorno às atividades presenciais”. A orientações foram elaboradas pela Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB a partir de experiências de dioceses do Brasil e do exterior. Cabe, contudo, ao bispo de casa Igreja Particular, à luz de cada realidade local, orientar os fieis neste retorno às atividades presenciais.

O documento sistematiza uma série de orientações gerais para a organização e realização das missas e os cuidados que devem ser tomados antes, durante e após cada celebração. Também apresenta orientações específicas, como o ritual para os batizados. Um cuidado necessário é a orientação aos fieis que apresentarem sintomas e que integram os grupos de risco a ficarem em suas casas, onde as comunidades devem se organizar para ministrar a comunhão.

Outra indicação também é que as comunidades fixem em cartazes as observações relativas à higiene para evitar a disseminação do novo coronavírus. A utilização de máscaras, que poderão ser tiradas apenas no momento da comunhão, será obrigatória.

“Orientações Litúgico-Pastorais para o retorno às atividades presenciais”
(Clique aqui para ler o documento, na íntegra)

 FONTE 
Conferência Nacional 
dos Bispos do Brasil

PENTECOSTES > “Que o Espírito Santo nos torne construtores da unidade”, disse o Papa

mai 31, 2020   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

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Cidade do Vaticano – “O que é que nos une, em que se baseia a nossa unidade?”. Na homilia da Missa na Solenidade de Pentecostes, celebrada no Altar da Cátedra da Basílica de São Pedro, com a presença de 50 fiéis, o Papa Francisco falou sobre a unidade como dom do Espírito Santo. E começou, partindo da Igreja nascente: “Há diversidade de dons espirituais, mas o Espírito é o mesmo – escreve Paulo aos Coríntios –; há diversidade de serviços, mas o Senhor é o mesmo; e há diversos modos de agir, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos“.

Diversidade – o mesmo, diversos – um só”. O Apóstolo – observa o Papa – insiste em juntar duas palavras que parecem opostas. Quer-nos dizer que este um só que junta os diversos é o Espírito Santo. E a Igreja nasceu assim: diversos, unidos pelo Espírito Santo”. O Papa recordou que entre os apóstolos havia “pessoas simples, habituadas a viver do trabalho das suas mãos, como os pescadores”, mas também Mateus, “certamente dotado de instrução pois fora cobrador de impostos”.  Ou seja, há “origens e contextos sociais diversos, nomes hebraicos e nomes gregos, temperamentos pacatos e outros ardorosos, ideias e sensibilidades diferentes”.

“Jesus  - enfatizou Francisco – não os mudara, nem os uniformizara, tornando-os modelos em série. Deixara as suas diversidades; e agora une-os, ungindo-os com o Espírito Santo. A união vem com a unção.” Em Pentecostes, “os Apóstolos compreendem a força unificadora do Espírito”, pois constatam, que apesar de todos falarem línguas diversas, “formam um só povo: o povo de Deus, plasmado pelo Espírito, que tece a unidade com as nossas diferenças, que dá harmonia porque é harmonia”.

Voltando para a Igreja hoje, o Papa pergunta: «O que é que nos une, em que se baseia a nossa unidade?»,  pois também entre nós “existem diversidades, por exemplo de opinião, preferência, sensibilidade”. E a tentação, “é defender sempre de espada desembainhada as nossas ideias, considerando-as boas para todos e pactuando apenas com quem pensa como nós”. Mas esta – ressalta o Papa – “é uma fé à nossa imagem”, em que aquilo que nos une “são as próprias coisas em que acreditamos e os próprios comportamentos que adotamos”. Mas “o nosso princípio de unidade é o Espírito Santo. E a primeira coisa que Ele nos lembra é que somos filhos amados de Deus”:

“O Espírito vem a nós, com todas as nossas diversidades e misérias, para nos dizer que temos um só e mesmo Senhor, Jesus, e um só e mesmo Pai; por isso, somos irmãos e irmãs. Partamos daqui! Olhemos a Igreja como faz o Espírito, não como faz o mundo. O mundo vê-nos de direita e de esquerda; o Espírito vê-nos do Pai e de Jesus. O mundo vê conservadores e progressistas; o Espírito vê filhos de Deus. O olhar do mundo vê estruturas, que se devem tornar mais eficientes; o olhar espiritual vê irmãos e irmãs implorando misericórdia. O Espírito ama-nos e conhece o lugar de cada um no todo: para Ele não somos papelinhos coloridos levados pelo vento, mas ladrilhos insubstituíveis do seu mosaico”

Voltando ao dia de Pentecostes, o Papa observa que a primeira obra da Igreja é “o anúncio”: “Vemos, porém, que os Apóstolos não preparam uma estratégia, não têm um plano pastoral. Teriam podido dividir as pessoas por grupos segundo os vários povos, falar primeiro aos de perto e depois aos que eram de longe. Teriam podido também temporizar um pouco no anúncio e, entretanto, aprofundar os ensinamentos de Jesus, para evitar riscos… Mas não! O Espírito não quer que a recordação do Mestre seja cultivada em grupos fechados, em cenáculos onde tendemos a «fazer o ninho». O Espírito abre, relança, impele para além do que já foi dito e feito, mais além dos recintos duma fé tímida e cautelosa”.

Diferentemente do mundo que precisa de uma “estrutura compacta e uma estratégia calculada”, na Igreja – disse o Santo Padre – é o Espírito que assegura ao arauto a unidade”. Assim, os Apóstolos partem “sem preparação, lançam-se, saem. Anima-os um único desejo: dar o que receberam.” E isso, leva-nos a compreender que “o segredo da unidade, o segredo do Espírito: é o dom. Porque Ele é dom, vive doando-Se e, assim, nos mantém unidos, fazendo-nos participantes do mesmo dom”:

É importante acreditar que Deus é dom, que não se comporta tomando, mas dando. E por que é importante? Porque o nosso modo de ser crentes depende de como entendermos Deus. Se tivermos em mente um Deus que toma e Se impõe, desejaremos também nós tomar e impor-nos: ocupar espaços, reivindicar importância, procurar poder.” “Mas, se tivermos no coração que Deus é dom, muda tudo. Se nos dermos conta de que aquilo que somos é dom d’Ele, dom gratuito e imerecido, então também nós quereremos fazer da vida um dom. E amando humildemente, servindo gratuitamente e com alegria, ofereceremos ao mundo a verdadeira imagem de Deus.”

O Espírito, memória viva da Igreja, lembra-nos que nascemos de um dom e crescemos doando-nos; não poupando-nos, mas dando-nos: O Papa então nos convida a olhar no íntimo de nós mesmos e nos perguntar o que é que impede de nos darmos, indicando três inimigos do dom, “sempre deitados à porta do coração: o narcisismo, a vitimização e o pessimismo”.

O narcisimo
“O narcisismo leva a idolatrar-me a mim mesmo, a comprazer-me apenas com o lucro próprio. O narcisista pensa: «A vida é boa, se eu ganho com ela». E assim chega a dizer: «Por que deveria eu doar-me aos outros?» Nesta pandemia, faz um mal imenso o narcisismo, o debruçar-se apenas sobre as próprias carências, insensível às dos outros, o não admitir as próprias fragilidades e erros.

 A vitimização
Mas o segundo inimigo, a vitimização, também é perigoso. A vítima lamenta-se todos os dias do seu próximo: «Ninguém me compreende, ninguém me ajuda, ninguém me quer bem, estão todos contra mim!» E o seu coração fecha-se, enquanto se interroga: «Por que não se doam a mim os outros?» No drama que vivemos, como é má a vitimização! Como é mau pensar que ninguém nos compreende e sente aquilo que sentimos nós!

O pessimismo
Por fim, temos o pessimismo. Neste caso, a ladainha diária é: «Nada vai bem, a sociedade, a política, a Igreja…» O pessimista insurge-se contra o mundo, mas fica inerte e pensa: «Assim para que serve doar-se? É inútil». Agora, no grande esforço de recomeçar, como é prejudicial o pessimismo, ver tudo negro, repetir que nada voltará a ser como antes!” Com este tipo de pensamento – observou Francisco – o que seguramente não volta é a esperança, “encontramo-nos na carestia da esperança e precisamos apreciar o dom da vida, o dom que é cada um de nós. Por isso, necessitamos do Espírito Santo, dom de Deus que nos cura do narcisismo, da vitimização e do pessimismo.”

Construtores de unidade
O Pontífice assim concluiu sua homilia: “Peçamos o Espírito Santo, memória de Deus, reavivai em nós a lembrança do dom recebido. Libertai-nos das paralisias do egoísmo e acendei em nós o desejo de servir, de fazer bem. Porque pior do que esta crise, só o drama de a desperdiçar fechando-nos em nós mesmos. Vinde, Espírito Santo! Vós que sois harmonia, tornai-nos construtores de unidade; Vós que sempre Vos doais, dai-nos a coragem de sair de nós mesmos, de nos amar e ajudar, para nos tornarmos uma única família. Amém”.

FONTE
Vatican News

MIGRANTES: no centro das atenções do Papa

mai 29, 2020   //   por admin   //   Notícias  //  Nenhum comentário

Papa em Missa para os migrantes em 2018

Cidade do Vaticano – O Papa Francisco expressou novamente sua preocupação com os migrantes ao enviar uma carta ao “Centro Astalli”, iniciativa dos jesuítas voltada aos refugiados e requerentes de asilo. O Centro publicou o seu Relatório anual 2020, em que relata as “vidas suspensas” dos migrantes, que aguardam o êxito dos procedimentos para permanecer legalmente na Itália. Neste momento de pandemia, a angústia é ainda maior, pois os processos podem atrasar ou permanecer bloqueados. Em 2019, os jesuítas e seus colaboradores atenderam 20 mil pessoas, 11 mil só em Roma. O Relatório denuncia “as políticas migratórias, restritivas e de fechamento – até mesmo discriminatórias –, que caracterizaram o último ano”, aumentando a precariedade da vida, a exclusão e a irregularidade dos refugiados e tornando toda a sociedade mais vulnerável.

Coragem
Na carta, o Papa aprecia de modo especial a coragem com a qual os jesuítas enfrentam o “desafio das migrações, sobretudo neste delicado momento para o direito de asilo, em que milhares de pessoas fogem de guerras, perseguições e de graves crises humanitárias”. Francisco manifesta sua solidariedade aos refugiados, que o Centro acolhe “com amor fraterno: a todos me faço espiritualmente próximo com a oração e o afeto e os exorto a ter confiança e esperança num mundo de paz, de justiça e de fraternidade entre os povos”.

O Papa renovou seu encorajamento aos jesuítas e a todos os que colaboram com eles na “sábia abertura” ao complexo fenômeno migratório, “favorecendo adequadas intervenções de apoio e testemunhando aqueles valores humanos cristãos que estão na base na civilização europeia”. Que este exemplo, conclui o Papa, “possa suscitar na sociedade um renovado compromisso por uma autêntica cultura do acolhimento e da solidariedade”.

Gratidão
Para o diretor do Centro Astalli, padre Camillo Ripamonti, “as palavras do Pontífice são de grande motivação e encorajamento a prosseguir o caminho ao lado dos refugiados. O Centro Astalli expressa profunda gratidão ao Papa Francisco pelo seu empenho cotidiano a favor dos migrantes e por estas duas palavras que nos indicam o caminho a percorrer rumo a um bem sempre maior.

FONTE
Vatican News

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